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Argentina autoriza vacina contra covid-19 para crianças de 3 a 11 anos

·2 minuto de leitura

No domingo (3), a Argentina aprovou o uso de vacinas contra a covid-19 em crianças de 3 a 11 anos. O público desta faixa etária poderá receber a fórmula da farmacêutica chinesa Sinopharm, que é aplicada em duas doses com 28 dias de intervalo. A expectativa nacional é que, até o final de 2021, toda a população com mais de 3 anos seja vacinada contra o coronavírus SARS-CoV-2.

"É um grande passo em nossa campanha de vacinação e se soma à escalada de vacinação de adolescentes que planejamos para outubro", afirmou a ministra da Saúde, Carla Vizzotti, durante coletiva de imprensa. A expectativa é que a "Argentina encerrará o ano de 2021 com toda a sua população acima dos 3 anos estará coberta", aposta a ministra. Anteriormente, doses já foram aprovadas para adolescentes, de 12 até 17 anos.

Argentina autoriza vacina contra a covid-19 para crianças de 3 a 11 anos (Imagem: Reprodução/DragonImages/Envato)
Argentina autoriza vacina contra a covid-19 para crianças de 3 a 11 anos (Imagem: Reprodução/DragonImages/Envato)

Análise de dados da vacina da Sinopharm

Para aprovar o imunizante da Sinopharm para o público pediátrico, a agência reguladora do país analisou os resultados de ensaios clínicos de fase 1 e 2 realizados em crianças na China e nos Emirados Árabes Unidos. Também foram considerados os dados da experiência do Chile, onde é aplicada nessa faixa etária outra vacina "de plataforma igual". No caso chileno, é usada a CoronaVac, da Sinovac.

Ambos os imunizantes, da Sinopharm e da Sinovac, usam o coronavírus inativado ("morto"). Além disso, o uso em adultos das duas fórmulas já recebeu autorização de uso emergencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até sexta-feira (1), cerca de 22,4 milhões de argentinos completaram o esquema de vacinação — receberam duas doses ou um imunizante de dose única —, o que significa que 49,7% da população do país está imunizada contra a covid-19. Outras 7,4 milhões de pessoas receberam a primeira dose.

Fonte: Canaltech

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