Mercado abrirá em 7 h 47 min
  • BOVESPA

    106.363,10
    -56,43 (-0,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.714,60
    -491,99 (-0,94%)
     
  • PETROLEO CRU

    81,06
    -1,60 (-1,94%)
     
  • OURO

    1.800,50
    +1,70 (+0,09%)
     
  • BTC-USD

    59.241,03
    -1.376,33 (-2,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.416,63
    -57,70 (-3,91%)
     
  • S&P500

    4.551,68
    -23,11 (-0,51%)
     
  • DOW JONES

    35.490,69
    -266,19 (-0,74%)
     
  • FTSE

    7.253,27
    -24,35 (-0,33%)
     
  • HANG SENG

    25.582,46
    -46,28 (-0,18%)
     
  • NIKKEI

    28.829,03
    -269,21 (-0,93%)
     
  • NASDAQ

    15.615,25
    +28,00 (+0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4263
    +0,0016 (+0,02%)
     

Aranhas pré-históricas são encontradas presas em âmbar com filhotes "nos braços"

·1 minuto de leitura

Há cerca de 99 milhões de anos, aranhas e seus quase futuros filhotes foram "capturados" por âmbar, permanecendo intactos dentro da resina, e foram encontrados recentemente por pesquisadores. De acordo com o estudo sobre a descoberta, as criaturas pertenciam à família Lagonomegopidae, que surgiu há, aproximadamente, 359 milhões a 200 milhões de anos, durante o período Carbonífero, vivendo até o período Cretáceo, no Hemisfério Norte, há cerca de 145 milhões a 66 milhões de anos.

Os pesquisadores encontraram as famílias de aranhas ao analisar quatro pedaços de âmbar coletados em Mianmar, o que se tornou a descoberta mais antiga de cuidado materno de aracnídeos, comportamento ainda visto em aranhas modernas. Paul Selden, co-autor do estudo, conta que as características das aranhas que determinaram que elas pertenciam à família Lagonomegopidae são as pernas sem espinha, as estruturas em formato de pelo para detectar vibrações do ar (trichobothria) e os apêndices faciais.

<em>Imagem: Reprodução/Xiangbo Guo, Paul Selden e Dong Ren/Proceedings of the Royal Society B (2021)</em>
Imagem: Reprodução/Xiangbo Guo, Paul Selden e Dong Ren/Proceedings of the Royal Society B (2021)

O âmbar também preservou os fios de seda que envolviam os ovos das aranhas, possivelmente usados não só para proteger os filhotes, como também para fazer teias. Os outros pedaços da resina endurecida mostravam aranhas que tinham acabado de nascer, também sendo protegidas pela mãe durante um tempo após o nascimento.

O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos