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Ar-condicionado ou ventilador: qual é melhor para o alérgico?

Jan Niklas
·2 minuto de leitura

Quem tem algum tipo de alergia respiratória conhece bem os sintomas de uma crise: espirros, coriza, congestão nasal, garganta coçando... Geralmente causados por ácaros, poeira ou uma simples mudança de tempo, esses sintomas acabam potencializados, principalmente nos dias quentes, pelo uso aparelhos de ar-condicionado e de ventilador.

Segundo a pneumologista Brunna Santana, do grupo Prontobaby, é impossível eleger um aparelho que seja o melhor para os alérgicos. É preciso avaliar os prós e os contras, ver com qual a família se adapta melhor e usá-lo com cuidado e regras de higiene. O ar-condicionado, por exemplo, provoca o ressecamento do ar, o que pode ser prejudicial às vítimas de asma e rinite.

— A falta de umidade acaba desencadeando crises respiratórias, com sintomas como tosse, espirros, falta de ar, coceira nos olhos ou nariz, coriza e congestão nasal. Nesse período de clima mais seco, enquanto o aparelho estiver ligado, para aliviar o problema, pode-se usar um umidificador de ar ou toalhas úmidas e bacia d’água — indica a médica, lembrando que o problema afeta crianças e adultos.

Diferenças

No caso do ar-condicionado, os alérgicos também devem evitar temperaturas muito frias. O ideal é manter o ambiente entre 23 e 27 graus. Além de evitar os sintomas pela baixa temperatura, esse cuidado evita o risco de choque térmico ao sair de um local muito frio para o calor do ar livre.

— Também é preciso a limpeza frequente do filtro do aparelho, já que acontece acúmulo de poeira com o seu uso — ressalta Brunna: — Um filtro limpo contribui para a absorção de partículas, contendo vírus, bactérias e fungos.

Já o ventilador requer ainda mais atenção. Como o aparelho coloca o ar em movimento, gera correntes que podem disseminar partículas alérgenas, principalmente se for usado em ambientes com muita poeira, mofo e sem exposição solar. A limpeza constante também é fundamental.