Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    60.562,53
    +1.987,96 (+3,39%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Aquecimento do oceano pode levar espécies marinhas à extinção em massa

Natalie Rosa
·2 minuto de leitura

O aquecimento da Terra está a cada vez mais preocupante, com as mudanças climáticas trazendo diversas consequências para vidas humanas e animais. A descoberta mais recente, segundo um estudo publicado na revista científica PNAS, prevê um cenário grave que pode levar à extinção em massa de animais marinhos.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, e da Universidade de Queensland, na Austrália, revela que o oceano que cerca o equador se tornou tão quente que já é impossível para espécies marinhas sobreviverem, fazendo com que elas saiam em busca de águas mais frias. Essa mudança, no entanto, pode causar um desequilíbrio dos ecossistemas marinhos, o mesmo que aconteceu há 252 milhões de anos e extinguiu 90% das espécies de animais que vivem no mar.

<em>Imagem: Reprodução/Wirestock/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/Wirestock/Freepik

Os pesquisadores rastrearam cerca de 49 mil espécies de animais para descobrir seus destinos, mostrando uma quantidade alta de espécies que estão fugindo do equador rumo a qualquer direção. Ao encontrar novas regiões para morar, esses animais irão competir com os que já habitam esses locais por comida e outros recursos, provocando a morte e desaparecimento de muitas criaturas.

O desequilíbrio vai afetar não só a biodiversidade e a saúde ecológica da Terra, como também prejudicar as comunidades de pessoas que dependem das espécies nativas para o sustento ou alimentação. A solução, segundo os cientistas, seria a redução agressiva das emissões de gases de efeito estufa e investir na proteção da biodiversidade, o que minimizaria os impactos.

A Organização das Nações Unidas já está atuando na preservação dos oceanos, e atualmente 2.7% dos mares estão garantidos através de reservas de proteção. A meta, até 2030, é que um grupo de 41 países consigam proteger 30% dos oceanos. Isso significa minimizar ou remover a pesca em reservas que podem destruir os habitats e liberar dióxido de carbono na atmosfera.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: