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Apresentadora de telejornal sofre AVC ao vivo na TV

Nos Estados Unidos, a jornalista Julie Chin sofreu um início de Acidente Vascular Cerebral (AVC) — condição que também é conhecida pelo nome popular de derrame — enquanto apresentava um telejornal do estado de Oklahoma. A própria mulher percebeu que algo estava errado e interrompeu sua participação no programa para receber atendimento médico. Atualmente, Chin está bem.

Enquanto apresentava as notícias ao vivo, a mulher começou a ter dificuldades em pronunciar as palavras. Neste momento, a jornalista pediu desculpas aos telespectadores — "Sinto muito, algo está acontecendo comigo nesta manhã" — e chamou um quadro sobre previsão do tempo no telejornal.

Início de AVC ao vivo

A seguir, confira o vídeo que viralizou sobre o início de AVC da mulher — e que pode ajudar na conscientização sobre os riscos do derrame:

Após deixar o programa, a jornalista passou por atendimento médico e recebeu um diagnóstico inesperado: ela teve um AVC. Em outras palavras, o sangue parou de fluir para alguma parte do cérebro. Em casos mais graves, o evento pode levar ao óbito.

Só que, até aquele momento, a mulher nunca tinha apresentado predisposição ou algum indicativo da condição. "O episódio [do AVC] parecia ter surgido do nada. Eu me sentia ótima antes do nosso programa. No entanto, ao longo de vários minutos durante o nosso noticiário, as coisas começaram a acontecer", conta Chin, após o incidente.

"Primeiro, perdi a visão parcial de um olho. Um pouco depois, minha mão e meu braço ficaram dormentes. Então, percebi que estava com um grande problema quando minha boca não falava as palavras que estavam bem na minha frente no teleprompter", completa, sobre os primeiros sinais do AVC.

Afinal, o que é um AVC?

Mulher sofre AVC enquanto apresentava telejornal ao vivo nos EUA (Imagem: iLexx/Envato Elements)
Mulher sofre AVC enquanto apresentava telejornal ao vivo nos EUA (Imagem: iLexx/Envato Elements)

Segundo a Heart and Stroke Foundation of Canada, um AVC ocorre "quando o sangue para de fluir para qualquer parte do cérebro, danificando as células cerebrais. Os efeitos de um derrame dependem da parte do cérebro que foi danificada e da quantidade de dano causado".

Normalmente, o derrame causa a perda repentina da função cerebral, como a jornalista Chin destacou. Isso pode ser causado por um bloqueio ou coágulo em um vaso sanguíneo no cérebro (AVC isquêmico) ou quando uma artéria no cérebro se rompe (AVC hemorrágico).

De forma geral, o risco é maior entre aquelas pessoas que já passaram dos 65 anos, têm pressão alta ou doenças cardíacas. Tabagismo, uso excessivo de álcool, obesidade e diabetes são outros fatores de risco.

Fonte: Canaltech

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