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Apple: queda das ações derruba valor de mercado para menos de US$ 2 trilhões

Nesta terça-feira (3), as ações da Apple registraram uma queda de 4%, baixando o seu valor de mercado a US$ 1,8 trilhão (R$ 9,78 trilhões) — valor mais baixo desde junho de 2021. A empresa está passando por problemas com a oferta de iPhones devido a paralisações nas fábricas chinesas.

Em janeiro de 2022, as ações da Apple bateram um recorde de valorização, se tornando a primeira empresa na história a alcançar um valor de mercado de US$ 3 trilhões (R$ 16,29 trilhões). Hoje, um ano depois, a empresa já perdeu mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,43 trilhões) em capitalização.

Dentre as razões para essa desvalorização estão a queda do valor do dólar no mercado internacional, levantando a guarda dos investidores que se tornarão ainda mais cautelosos com investimentos. Além disso, os acionistas têm que lidar com uma recessão iminente, a alta da inflação e uma política monetária com taxas altas, após anos de juros baixos.

Aumento dos casos de covid-19 causam prejuízo para a Apple

A Apple teve um bom desempenho durante a pandemia, registrando 14 trimestres consecutivos de crescimento com receita recorde de US$ 394 bilhões (R$ 2,1 trilhões), e quase US$ 100 bilhões (R$ 543 bi) em lucro líquido. Nos últimos meses, porém, a Big Tech enfrentou dificuldades na montagem dos iPhones de sua última geração, após um surto de covid-19 nas fábricas chinesas.

Dessa maneira, os analistas esperam que a Apple quebre a sequência de crescimento de receita no trimestre que inclui dezembro. O lucro líquido da empresa deve cair 8%. A ameaça à produção da Apple aumentou desde que Pequim afrouxou as restrições sanitárias e os casos voltaram a subir.

“O estado atual do Covid-19 na China é o maior curinga para os resultados operacionais da Apple no calendário de 2023”, disse Tom Forte, analista da DA Davidson & Co.

Fonte: Canaltech

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