Mercado abrirá em 5 h 37 min
  • BOVESPA

    119.371,48
    -690,52 (-0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.092,31
    +224,69 (+0,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,04
    +0,61 (+0,99%)
     
  • OURO

    1.785,80
    +3,80 (+0,21%)
     
  • BTC-USD

    49.203,70
    -5.637,81 (-10,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.117,07
    -125,98 (-10,13%)
     
  • S&P500

    4.134,98
    -38,44 (-0,92%)
     
  • DOW JONES

    33.815,90
    -321,41 (-0,94%)
     
  • FTSE

    6.916,98
    -21,26 (-0,31%)
     
  • HANG SENG

    28.951,03
    +195,69 (+0,68%)
     
  • NIKKEI

    29.020,63
    -167,54 (-0,57%)
     
  • NASDAQ

    13.761,75
    +11,50 (+0,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5540
    +0,0124 (+0,19%)
     

Apple processa ex-executivo que teria espionado a empresa

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

A coisa ficou feia para Simon Lancaster, ex-engenheiro de design de produto da Apple. O executivo — que trabalhou na companhia entre junho de 2008 e novembro de 2019, de acordo com seu perfil no LinkedIn — está sendo processado pela Maçã por ter supostamente “abusado de sua posição e confiança dentro da empresa para disseminar sistematicamente as informações confidenciais de segredos comerciais da Apple em um esforço para obter benefícios pessoais”.

A frase acima aparece no documento do processo judicial, que foi publicado nesta semana pelo tribunal no qual o incidente foi registrado. A marca responsável pelo iPhone garante que Lancaster se aproveitou de seu cargo para “obter acesso a reuniões internas e documentos fora do escopo” de seu trabalho, tudo com o intuito de espionar propriedades intelectuais da companhia e vazá-las para algum agente externo — não se sabe quem. Em seu último dia de trabalho, aliás, ele teria feito download de vários documentos sigilosos.

Atualmente, o executivo trabalha como gerente de pesquisa e desenvolvimento de materiais para a Arris, empresa de equipamentos de telecomunicações, que, inclusive, é parceira da Apple. No processo, a Maçã informa que Lancaster teria concedido uma entrevista ao jornal The Correspondant em abril de 2019, momento em que ele teria se mostrado insatisfeito com seu trabalho e solicitado ao repórter que “pegasse leve” na reportagem, já que isso poderia atrapalhar a sua futura startup.

<em>Imagem: Captura de Tela/Canaltech</em>
Imagem: Captura de Tela/Canaltech

“Menos de duas semanas depois, Lancaster comunicou a um terceiro que o The Correspondant se comprometeu a publicar um artigo sobre sua startup se obtivesse US $ 1 milhão em financiamento. Com base em informações e crença, o The Correspondant concordou em publicar esse artigo em troca da contínua apropriação indébita de segredos comerciais da Apple por Lancaster”. Ou seja, sempre que tal veículo publicava rumores sobre novos produtos da marca, era Lancaster que agia como “fonte anônima” interna.

Se julgado culpado, Lancaster pode responder legalmente por duas leis de segredos comerciais (Lei de Defesa do Segredo Comercial e Lei de Segredo Comercial Uniforme da Califórnia), além de desrespeito a contratos internos da companhia.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: