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Apple nega que efeito gelatinoso na tela do novo iPad Mini 6 requer reparos

·3 minuto de leitura

Durante o evento em que revelou a nova linha iPhone 13, a Apple também anunciou a sexta geração do iPad Mini, seu tablet compacto. Com visual completamente repaginado, a novidade compartilha o poder de processamento dos celulares premium mais recentes da marca, ganha suporte à Apple Pencil de segunda geração e aumenta o tamanho da tela, sem perder as dimensões discretas pelas quais é conhecido.

Agora nas mãos de consumidores no exterior, o dispositivo parece apresentar um comportamento peculiar na tela — o "jelly effect" —, que chamou a atenção o suficiente para receber uma resposta da própria Apple para os usuários do produto. Infelizmente, a mensagem não é exatamente o que as pessoas afetadas esperavam.

Apple afirma que "jelly effect" não requer reparos

O "jelly effect" citado por usuários internet afora refere-se à sensação de que uma parte da tela se move em velocidade diferente da outra, com certo atraso. As discussões sobre o suposto problema do iPad Mini 6 ganharam força depois que o Editor Executivo do site The Verge, Dieter Bohn, compartilhou um vídeo em câmera lenta no Twitter exibindo de maneira mais detalhada a estranha movimentação do painel do tablet.

Outras figuras de destaque chegaram a comentar a situação, como o leaker Jon Prosser, que sugeriu que o efeito é, na verdade, uma característica comum de LCDs com taxa de atualização de 60 Hz. Prosser gravou um vídeo em câmera lenta do próprio iPad Air, também munido de um LCD de 60 Hz, para comprovar suas alegações. Ao que parece, a Apple concorda com o informante.

Questionada pelo portal Ars Technica, a gigante de Cupertino afirmou que o "jelly effect" é uma característica comum de telas LCD, em virtude da maneira em que as imagens são atualizadas, linha por linha. Com isso, há um atraso entre a região superior e a região inferior do display, causando assim o efeito gelatinoso presenciado pelos usuários.

A resposta não convenceu o site, que segue afirmando que a falha é mais visível no novo iPad Mini em comparação aos outros tablets da família, sugerindo ainda haver uma linha visível separando as regiões superior e inferior do painel. Seja como for, sendo um problema mais pronunciado no aparelho compacto ou não, a Apple pelo visto não se responsabilizará pela situação.

Novo iPad Pro também sofreu polêmicas com tela Mini LED

Vale lembrar que o iPad Pro de 12,9 polegadas deste ano passou por comoção semelhante em virtude da adoção de um novo painel equipado com sistema de iluminação de Mini LED. A tecnologia, que utiliza LEDs significativamente menores que os utilizados tradicionalmente, é capaz de simular o contraste profundo visto em telas como o OLED, já que as lâmpadas menores permitem aumentar o número de zonas de iluminação controláveis.

O iPad Pro de 12,9 polegadas apresenta "blooming", uma característica de painéis com iluminação Mini LED (Imagem: Teoh Yi Chie)
O iPad Pro de 12,9 polegadas apresenta "blooming", uma característica de painéis com iluminação Mini LED (Imagem: Teoh Yi Chie)

No entanto, a solução não é perfeita e ainda apresenta sutis vazamentos de luz, especialmente em cenas de fundo escuro, em que o contraste é extremo, ocorrendo o chamado "blooming". Esse artefato gera uma aura luminosa em torno dos pontos mais brilhantes, problema ausente, por exemplo, em telas OLED. O blooming também não é caracterizado como um defeito.

Fonte: Canaltech

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