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Apple Maps investe em mais recursos 3D para acirrar disputa com Google Maps

·3 minuto de leitura

Uma das adições mais interessantes que acompanham o pacote do iOS 15 é o Apple Maps mais robusto, cheio de representações tridimensionais estilizadas de cidades marcantes do mundo. Finalmente, agora com o sistema já nas mãos do grande público, a fabricante esclareceu quais mudanças foram implementadas.

A atualização introduziu miniaturas 3D ricas em detalhes de San Francisco, New York e Los Angeles, cidades dos Estados Unidos, e de Londres, no Reino Unido. As próximas localizações que receberão a novidade serão Filadélfia, San Diego e Washington D.C, nos EUA, e Vancouver, Montreal e Toronto, no Canadá.

A Coit Tower, ponto turístico importante de San Francisco, é representada em detalhes no novo Apple Maps (Imagem: Reprodução/Apple)
A Coit Tower, ponto turístico importante de San Francisco, é representada em detalhes no novo Apple Maps (Imagem: Reprodução/Apple)

Dentro de cada uma das cidades há um temperinho. Como mostrado nas prévias, pontos turísticos marcantes foram cuidadosamente desenhados — a Coit Tower e a Estátua da Liberdade, referências de San Francisco e New York, respectivamente, são alguns dos pontos que passaram por um trato especial.

Navegação superior

Mas não só de beleza vive um mapa virtual — e a Apple parece saber disso. Outra adição para o Apple Maps foi a melhoria no sistema de navegação. Agora, motoristas e pedestres podem acompanhar com precisão o trajeto nas vias tridimensionais, renderizadas com bastante capricho, evitando confusões nas checadas rápidas ao longo da viagem.

A representação de avenidas com separação de faixas e renderização precisa de viadutos facilita a vida de motoristas (Imagem: Reprodução/Apple)
A representação de avenidas com separação de faixas e renderização precisa de viadutos facilita a vida de motoristas (Imagem: Reprodução/Apple)

Viadutos, pontes, interseções e rotatórias que em mapas planos podem gerar certa dúvida foram revisados no novo Apple Maps, facilitando a vida de quem precisa passar por eles. O app é até capaz de mostrar quais faixas adotar em preparação para uma curva ou desvio no trajeto.

Outras adições incluem:

  • “Look Around” (“Olhe em volta”, em português), que permite visualizar lugares em uma experiência interativa e tridimensional — disponível para cidades como Dublin, Edimburgo, Londres, Los Angeles, New York, Tóquio, Toronto e no interior da Itália;

  • Rotas de bicicleta: indicações para passeios de bicicleta com sinalizadores de elevação, movimento da rua e alertas de escadas;

  • Mapas internos: indicadores e guias para navegação em ambientes fechados, como aeroportos e shoppings;

  • Semáforos e radares de velocidade agora são exibidos em posição exata em rodovias;

  • Acidentes, engarrafamentos e lentidão são exibidos em destaque pelo mapa;

Correndo atrás do prejuízo

Em comparação com os concorrentes, especialmente o Waze e o Google Maps, o Apple Maps continua passos atrás. Para quem vem dos mapas rivais, as novidades apresentadas pela Maçã dão aquela sensação de “como isso não existia antes?”.

Prova disso é que o Google Maps tem já há algum tempo diversos recursos apresentados pela Apple. A navegação em ambientes fechados, por exemplo, foi apresentada meses atrás; registro de ocorrências e acidentes também é algo presente no Waze desde antes da sua aquisição pelo Google, ou seja, a opção da Apple ainda não trouxe nada realmente inédito para quem é habituado com aplicativos de localização.

A representação de lugares ou caminhos por realidade aumentada é um recurso presente no Google Maps há meses (Imagem: Reprodução/Apple)
A representação de lugares ou caminhos por realidade aumentada é um recurso presente no Google Maps há meses (Imagem: Reprodução/Apple)

O que a Maçã ganha, porém, é no seu foco em privacidade, algo ressaltado como pilar da ferramenta desde o seu princípio. A fabricante destaca, por exemplo, que não é necessário fazer login para consultar o mapa virtual e tudo que o usuário frequenta, pesquisa ou navega é armazenado com um identificador aleatório, sem vínculo direto com sua identidade.

No Google, a história é outra: a proposta da companhia é coletar as informações bem específicas sobre o utilizador e, como ele bem descreve nas seções “Termos e privacidade”, a localização precisa do usuário é necessária para oferecer dicas sobre os lugares que visitou ou andou pesquisando — o que, para alguns, é bem invasivo.

Então, no final, o usuário se depara com uma escolha: optar pelo aplicativo mais preciso e recheado de recursos, mas abrindo mão da privacidade, ou escolher o aplicativo mais seguro, embora com ferramentas a menos? Esse é um questionamento que, se a Apple continuar avançando com passos acelerados, pode deixar de existir com o tempo, dando a ela o posto de melhor opção para o uso diário em um iGadget.

Fonte: Canaltech

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