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Apple M1 teria ajudado o Safari a reduzir distância para o Google Chrome

·2 min de leitura

O sucesso dos chips M1 da Apple vão além do hardware dos dispositivos: o navegador Safari pode ter aumentado a sua participação no mercado graças a ele. Dados da empresa Statcounter revelam que o programa da Maçã é responsável por 19,6% dos usuários da internet no mundo, o que representa um crescimento de 1,2% em apenas três meses.

Esse aumento teria se iniciado desde que os primeiros MacBooks com M1 foram lançados em 2020, seguido por outros aparelhos equipados com o M1 Max e M1 Ultra em outubro de 2021. Além de terem sido recepcionados com positividade pelos críticos, o componente foi aprovado pelos consumidores e apontado como peça fundamental no desempenho destes aparelhos.

O uso do Safari cresceu cerca de 1,2% em três meses, o que representa que 58 milhões de novos usuários (Imagem: Reprodução/StatCounter)
O uso do Safari cresceu cerca de 1,2% em três meses, o que representa que 58 milhões de novos usuários (Imagem: Reprodução/StatCounter)

O Safari vem pré-instalado em todos os dispositivos Apple — iPads, iPhones e Macs — e muitos usuários o utilizam por puro comodismo, em vez de buscar pelo Chrome ou outra alternativa. Mesmo assim, o crescimento no último trimestre teria sido de cerca de 58 milhões de novos usuários, dados realmente significativos em um mercado tão acirrado.

Hoje, o programa da gigante de Cupertino ocupa a segunda posição no ranking de navegadores, à frente de soluções tradicionais como o Microsoft Edge e o Mozilla Firefox. Embora ainda esteja distante dos 64% de participação de mercado do Google Chrome, o crescimento notório supostamente ligado ao chip M1 já chama a atenção dos analistas.

Safari atrelado aos dispositivos da Apple

Ainda que não exista uma ligação direta entre o novo hardware e o uso do Safari, o fato de o chip elevar as compras de aparelhos da Maçã já é suficiente para revelar como um acerto pode desencadear desdobramentos positivos e até inesperados. Os desenvolvedores sabem disso e já investiram em novos recursos de segurança e privacidade, que chegaram no iOS 15 e devem ser aprimorados nos sucessores.

O próprio Safari foi alvo de mudanças como o redesenho no layout, mais fluidez na reprodução de sites e ferramentas adicionais para deixar o usuário mais protegido de ameaças.

Outro fato que pode ter ajudado a alavancar o programa é a maior adesão dos Macs em ambientes empresariais, antes totalmente dominados pelos PCs com Windows. A companhia prepara um modelo de assinatura de dispositivos por meio do qual companhias poderão alugar MacBooks por apenas US$ 30 por mês nos Estados Unidos, valor bem mais módico do que o investimento em um equipamento 100% novo que ficará defasado com o tempo.

Fonte: Canaltech

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