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Apple ganha aprovação da França para recurso que impede rastreamento de anunciantes

Mathieu Rosemain
·2 minuto de leitura

Por Mathieu Rosemain

PARIS (Reuters) - A Apple recebeu um impulso nesta quarta-feira, quando o órgão antitruste da França rejeitou os pedidos da indústria da propaganda para suspender um recurso que permite que os usuários do iPhone bloqueiem o rastreamento de anunciantes. A empresa, porém, ainda enfrenta uma investigação sobre favorecimento de seus próprios produtos e serviços.

O novo recurso "App Tracking Transparency" da Apple permite que os usuários bloqueiem o rastreamento de anunciantes em diferentes aplicativos.

A empresa diz que defende os direitos de privacidade dos usuários, mas enfrenta críticas do Facebook, desenvolvedores de aplicativos e startups cujos modelos de negócios dependem deste rastreamento.

Os grupos franceses IAB France, MMAF, SRI e UDECAM reclamaram ao regulador francês no ano passado, dizendo que o recurso não afetaria a capacidade da Apple de enviar anúncios direcionados aos usuários do iPhone sem obter consentimento prévio.

A chefe do órgão regulador antitruste, Isabelle de Silva, disse que trabalhou em estreita colaboração com o regulador francês de privacidade de dados CNIL na decisão de rejeitar o pedido de suspensão do recurso.

Ela disse que a CNIL estimou que o popup criado pela Apple pode beneficiar os usuários em um ambiente de publicidade online cada vez mais complexo e foi apresentada de forma clara e imparcial.

Mas Silva disse que está avaliando se a Apple favorece seus próprios serviços e produtos, com uma decisão esperada para o começo do próximo ano, o mais tardar.

"As empresas são livres para definir suas próprias regras e essa flexibilidade também existe para participantes dominantes e plataformas", disse ela em entrevista coletiva.

"No entanto, elas devem estar vigilantes na forma como definem suas regras. Somos muito cuidadosos para que essas regras não sejam anticompetitivas e não imponham condições injustas."

A Apple comemorou decisão. Os reclamantes disseram que ficaram decepcionados com a decisão.

Dois terços do tempo que os franceses passaram online em 2020 foram em smartphones, de acordo com os pesquisadores da Mediametrie.