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Apple estuda usar luz infravermelha para trazer de volta o Touch ID; entenda

Rubens Eishima
·2 minuto de leitura

Mesmo após o lançamento do sistema de reconhecimento facial Face ID, a Apple não parou o desenvolvimento de técnicas para leitura de impressões digitais. A empresa recebeu nesta terça-feira (3) uma patente para escaneamento de objetos através da tela usando luz infravermelha. Em tese, a técnica poderia ser utilizada para fazer a identificação biométrica do usuário com uma imagem do dedo, como mostra uma ilustração no registro.

A Apple solicitou o registro da patente em setembro de 2018, um ano após o lançamento do iPhone X. O celular de 2017 aposentou o Touch ID para adotar o reconhecimento facial como método de identificação do usuário.

A técnica registrada pela fabricante do iPhone descreve um sistema instalado sob a tela do aparelho — que pode ser tanto um celular, quanto um tablet ou outro aparelho com um monitor —, e emite luz infravermelha de ondas curtas pelo componente para criar uma imagem com base no reflexo do objeto sobre ele.

O sistema é ativado quando o aparelho detecta um toque no componente, permitindo uma integração com a abertura de aplicativos ou etapas de confirmação durante processo de compras.

Sensor é ativado com toque na tela e tira uma foto do dedo para biometria (Imagem: Apple/USPTO)
Sensor é ativado com toque na tela e tira uma foto do dedo para biometria (Imagem: Apple/USPTO)

As ilustrações do sensor indicam que seu uso seria mesmo voltado para o reconhecimento biométrico do usuário. Além do exemplo de ativação do recurso mostrando um dedo, as descrições fazem referência direta à “montagem de uma imagem da impressão digital”.

Apesar da patente, não há indicação de quando a Apple poderia lançar o recurso em um aparelho. A chegada do sistema ofereceria uma opção a mais de autenticação do usuário, o que seria bem-vindo em um período em que o uso de máscaras dificulta o funcionamento dos sistemas de reconhecimento facial.

Fonte: Canaltech

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