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Apple estuda usar iPhone para diagnosticar transtornos mentais

·2 minuto de leitura
Apple estuda usar iPhone para diagnosticar transtornos mentais
Apple estuda usar iPhone para diagnosticar transtornos mentais

A Apple estaria estudando usar dados fornecidos por iPhone e Apple Watch para ajudar na detecção e diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, ansiedade e demência. Para isso, seriam utilizados alguns dados como mobilidade, padrões de sono e até mesmo o modo de digitar mensagens.

Outros dados que poderão ser analisados incluem a expressão facial, batimentos cardíacos e a respiração. Todas essas informações devem ser processadas no próprio iPhone, sem que nenhum dado seja enviado aos servidores da Apple.

Apple estuda usar informações como padrões de sono, mobilidade e velocidade de digitação para diagnosticar transtornos mentais. Créditos: Shutterstock
Apple estuda usar informações como padrões de sono, mobilidade e velocidade de digitação para diagnosticar transtornos mentais. Créditos: Shutterstock

Por enquanto, o projeto ainda está em fase de pesquisa, que pode chegar ao desenvolvimento e lançamento comercial desses recursos no futuro. A Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), pretende usar dados coletados no iPhone e Apple Watch para estudar transtornos mentais.

Pesquisas robustas

A pesquisa contará com 3.000 voluntários e buscará estudar estresse, ansiedade e depressão, a previsão é que os ensaios comecem ainda em 2021 e tenham a duração de três anos. No ano passado, o projeto passou por uma fase piloto, que contou com 150 participantes.

Os dados coletados pelos sensores do smartphone e do relógio inteligente da Apple serão comparados com questionários que serão preenchidos pelos participantes do estudo. Também serão medidos os níveis do hormônio cortisol, responsável pelo estresse, nos folículos capilares dos voluntários.

Leia mais:

Um segundo projeto de pesquisa, conduzido pela empresa farmacêutica Biogen, busca usar dados dos dispositivos da Apple para monitorar funções cognitivas. O objetivo é detectar comprometimento cognitivo leve, que pode evoluir para demência e, até mesmo, para o Mal de Alzheimer.

Os estudos da Biogen são mais robustos, apesar de durarem menos tempo. Em dois anos, a farmacêutica pretende acompanhar cerca de 20.000 voluntários, sendo que a metade deles possui algum nível de risco de deficiência cognitiva.

Não é para agora

Caso os dados correspondam aos sintomas de depressão ou ansiedade, a Apple pretende usá-los para criar um recurso capaz de alertar os usuários caso sejam encontrados sinais de transtornos mentais. Os usuários também seriam orientados a procurar atendimento psicológico e psiquiátrico.

É importante ressaltar que o projeto ainda está em estágio bastante embrionário, portanto, caso chegue aos dispositivos, certamente não será nos novos iPhone 13 e Apple Watch Series 7. Chutando baixo, se o recurso aparecer, não será em menos do que cinco anos.

Via: Engadget

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