Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.036,79
    +2.372,44 (+2,20%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.626,80
    -475,75 (-1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,74
    -1,49 (-1,83%)
     
  • OURO

    1.668,30
    -0,30 (-0,02%)
     
  • BTC-USD

    19.442,28
    -84,77 (-0,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    443,49
    +0,06 (+0,01%)
     
  • S&P500

    3.585,62
    -54,85 (-1,51%)
     
  • DOW JONES

    28.725,51
    -500,10 (-1,71%)
     
  • FTSE

    6.893,81
    +12,22 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    17.222,83
    +56,96 (+0,33%)
     
  • NIKKEI

    25.937,21
    -484,84 (-1,83%)
     
  • NASDAQ

    11.058,25
    -170,00 (-1,51%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3079
    +0,0099 (+0,19%)
     

Apple e Facebook quase transformaram redes sociais em planos pagos

Apple  e Facebook quase transformaram as redes sociais em plataformas sem anúncios e com assinatura mensal (Artur Widak/NurPhoto via Getty Images)
Apple e Facebook quase transformaram as redes sociais em plataformas sem anúncios e com assinatura mensal (Artur Widak/NurPhoto via Getty Images)
  • Conversas teriam acontecido entre 2016 e 2018, segundo a reportagem do The Wall Street Journal;

  • Apple queria transformar redes sociais em plataformas sem anúncios e com assinatura mensal;

  • Facebook acabou negando as propostas, que viam de 15% a 30% de sua receita ir para a Apple.

No que pode ser visto como uma prática oligopolista, a Apple e o Facebook discutiram acordos de "acordos de compartilhamento de receita". As informações são de uma nova reportagem do The Wall Street Journal, que afirma que as conversas aconteceram entre 2016 e 2018 e envolvia versões de plataformas sociais sem anúncios e baseadas em assinatura.

Segundo uma fonte ouvida pela publicação, a Apple abordou o Facebook em busca de “construir negócios juntos”. Um dos modelos propostos permitiria que a Apple coletasse entre 15% a 30% da receita obtida pela Facebook em suas redes sociais.

As negociações teriam sido encerradas pelo Facebook, que hoje em dia se renomeou como Meta. Um porta-voz da Apple afirmou que a companhia fabricante do iPhone tem reuniões rotineiramente com outros desenvolvedores para "fazer sugestões, abordar preocupações e ajudá-los a continuar a expandir seus negócios".

Desde então a Apple lançou novos recursos de privacidade, como o App Tracking Transparency (ATT), que permite ao usuário controlar de que forma os aplicativos podem rastreá-los em outros aplicativos e serviços. A implementação do ATT teve um impacto negativo de até US$ 10 bilhões na receita da Meta deste ano. Segundo o porta-voz, a ferramenta não tem relação com negociações passadas entre as empresas.

A Apple tem seu próprio setor de publicidade, que embora recente, se encontra em bom momento de crescimento. A empresa também negou que os recursos de privacidade implementados foram pensados em aumentar a própria receita de anúncios.