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Apple defende sua política de revisão de apps após nova acusação da Epic Games

Igor Almenara
·2 minuto de leitura

Na mira de órgãos reguladores da Austrália, a Apple defendeu as medidas de verificação de aplicativos da App Store. Em resposta aos questionamentos e críticas levadas ao Australian Competition and Consumer Commission (ACCC), a fabricante comentou que sua análise mais criteriosa é para garantir que o aplicativo esteja em bom estado para chegar aos consumidores e negou negligência aos desenvolvedores rejeitados pela plataforma.

A manifestação responde diretamente às reclamações feitas pela Epic Games ao órgão regulador australiano. Além de questionar os 30% da taxa pagas sobre cada transação financeira feita via App Store, a companhia norte-americana alegou que a Apple dificulta o lançamento de aplicativos de forma arbitrária — capaz de adiar lançamentos, rejeitar apps sem justificativa clara e dificultando o contato de desenvolvedores com projetos negados.

Na defesa de seus próprios padrões de qualidade, a Apple afirmou ao ACCC que seu método de avaliação é feito por humanos e é necessário para “garantir que [os apps] são confiáveis, cumprem sua proposta, respeitam a privacidade dos usuários e são livres de conteúdo questionável”. Segundo a gigante, o processo dura cerca de 24 horas desde a liberação do desenvolvedor.

Constantemente disponível para os desenvolvedores

Quanto a negligência de suporte posterior às rejeições, a Apple também negou: se um aplicativo é rejeitado, a companhia afirma enviar informações claras ao desenvolvedor sobre as causas da recusa, as violações cometidas ou demandas não atendidas do App Store Review Guidelines e suas respectivas descrições.

“A Apple opera em todo o mundo com linhas telefônicas de suporte para desenvolvedores que têm dúvidas sobre tópicos como o envio e gerenciamento de aplicativos, inscrições, associações e análises. Tal linha de suporte está disponível para 175 países onde a App Store atua e, em média, atende 1 mil chamadas por semana”, revela a Maçã.

A disputa judicial entre a Epic Games e a Apple se estende por vários países. A desenvolvedora de Fortnite acusa a fabricante de praticar monopólio sobre a distribuição de aplicativos no iOS, acusação que tomou maiores dimensões quando o game foi retirado da App Store ao adotar um método próprio de pagamentos — e oferecer desconto para quem optasse por ele — junto ao encerramento de todas as contas de desenvolvedor da companhia.

Nos Estados Unidos, a avaliação sobre o caso foi adiado para março. Até que a briga se conclua, mais informações devem chegar ao público. Na troca de acusações e defesas sobre o processo antitruste, o Google encara briga semelhante em outros órgãos reguladores, mesmo que tenha diminuído sua taxa sobre a receita de desenvolvedores ainda em crescimento.

Fonte: Canaltech

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