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Após um mês em Cuba e reunião com Raúl Castro, ex-presidente Lula condena ação dos EUA: 'Manobra oportunista'

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Cuba's President Raul Castro, left, shakes hands with Brazil's President Luiz Inacio Lula da Silva, during the summit of Latin American and Caribbean for Integration and Development, CALC, in Costa do Sauipe, Brazil, Tuesday, Dec. 16, 2008. The two-day summit is aimed at strengthening political and economic ties in the region. (AP Photo/Alexandre Meneghini)
O presidente de Cuba, Raul Castro, à esquerda, aperta a mão do presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cúpula da América Latina e Caribe para a Integração e o Desenvolvimento, CALC, em 16 de dezembro de 2008 (Foto: AP Photo/Alexandre Meneghini)

Ao término de uma vistia de um mês a Cuba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com o líder do Partido Comunista da ilha, Raúl Castro, nesta terça-feira (19). Após o encontro, Lula condenou a inclusão do país na lista norte-americana de “patrocinadores do terrorismo”.

“Donald Trump sai da História pela porta dos fundos e demonstra mais uma vez o homem vil que é, em uma manobra desprezível e oportunista, carregada da principal marca de sua administração: a mentira”, escreveu o ex-presidente em uma carta publicada no Twitter.

O documento foi entregue por Lula ao presidente cubano Miguel Díaz-Canel expressando a revolta com a decisão do governo Donald Trump, ex-presidente dos EUA, de devolter Cuba à lista de patrocinadores do terrorismo.

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“Manifesto minha solidariedade a Cuba, à Revolução e ao povo cubano. E reitero meu repúdio a mais essa sordidez, que tem por único objetivo a tentativa de asfixiar nossa Ilha, reforçando o bloqueio e as agressões a ela impostos há mais de seis décadas”, diz outro trecho da carta.

O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, retribuiu a visita de Lula com uma reposta no Twitter. "Agradecemos pela visita fraterna e pela mensagem de solidariedade do irmão ex-presidente @LulaOficial, ante a inclusão de #Cuba na lista de Estados patrocinadores do terrorismo", escreveu.

Lula chegou a Cuba em dezembro passado para participar de um documentário sobre América Latina dirigido pelo cineasta americano Oliver Stone.

Patrocinadores do terrorismo

O governo de Donald Trump recolocou Cuba na lista americana de países patrocinadores de terrorismo no início de 2021. A decisão complicará esforços da nova administração do democrata Joe Biden para reviver a aproximação com Havana promovida no governo Obama.

Em 2015, o democrata, de quem o presidente eleito Joe Biden foi vice, tirou a ilha formalmente da lista, um passo importante para restaurar laços diplomáticos.

"Com essa medida, voltaremos a responsabilizar o governo de Cuba e enviaremos uma mensagem clara: o regime de Castro deve pôr fim ao seu apoio ao terrorismo internacional e à subversão da justiça americana", disse Mike Pompeo, chefe da diplomacia dos EUA no governo Trump.