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Após suspensão de Trump, Bolsonaro divulga rede usada por extremistas nos EUA

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) convidou seus seguidores a entrarem no Parler, rede social suspensa pelo Google na última sexta-feira (8), após Donald Trump ter sido banido do Twitter, Facebook e Instagram, entre outras páginas, como punição por estimular a invasão de extremistas ao Congresso norte-americano no dia da certificação da vitória de Joe Biden na eleição presidencial.

O aplicativo, utilizado por grupos de direita e conservadores que apoiam Trump, facilita a circulação de fake news. A rede social é semelhante ao Twitter, mas com menos regulamentação de políticas de uso. Há menos moderação sobre conteúdos considerados ofensivos e sem checagem de fatos.

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O Parler foi suspenso da Google Play até que resolva os problemas que violam as suas políticas, “incluindo permitir aos usuários postar ameaças a autoridades eleitas e planos para organizar a marcha de quarta-feira que terminou com invasão ao Capitólio”, informou o Google, em nota. A Apple ameaçou retirar o aplicativo de sua loja virtual caso o aplicativo não altere suas políticas de moderação.

Bolsonaro e seus filhos têm contas no Parler desde o ano passado. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, avisou que irá abrir conta no Parler. Antes, no Twitter, ele falou em “liberdade de expressão”, reproduzindo trechos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação), Fabio Wajngarten, se manifestou em sua conta de Twitter sobre o banimento a Trump, dizendo ser “paradoxal e inaceitável”.