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Após revés no DEM, Maia diz que pode abrir impeachment contra Bolsonaro

Redação Notícias
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BRASILIA, BRAZIL - AUGUST 12: Rodrigo Maia, president of Brazil's Lower House, during pronouncement of Jair Bolsonaro President of Brazil reaffirming his commitment to the government spending ceiling amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic at the Alvorada Palace on August 12, 2020 in Brasilia. President of the Senate Davi Alcolumbre, Economy Minister Paulo Guedes and parliamentarians and ministers accompanied. Brazil has over 3.164,000 confirmed positive cases of Coronavirus and has over 104,201 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
Em reunião tensa, presidente da Câmara reage a posição de abandono da legenda diante da eleição na Câmara. (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)

Ao ser informado que o seu partido, o DEM, deixaria o bloco de Baleia Rossi (MDB-SP) na disputa pelo comando da Câmara, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (RJ), disse neste domingo que poderia abrir um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

Maia deixa o cargo nesta segunda-feira e tem 64 pedidos de afastamento a espera de deliberação. A informação foi publicada na noite deste domingo pelo G1 e confirmada ao GLOBO por parlamentares que presenciaram o diálogo.

Maia foi informado pelo presidente do DEM, ACM Neto, que havia apoio suficiente para o partido apoiar o adversário de Rossi, Arthur Lira (PP-AL). Mais tarde, na sede do partido, a Executiva do DEM ratificou a decisão de abandonar o emedebista.

O DEM, no entanto, ficará independente, sem apoiar qualquer candidato oficialmente.

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Segundo um deputado que estava na reunião, em um momento tenso, Maia disse que não aceitaria a interferência do governo no próprio partido. Ele chegou a dizer que não teria outra opção, a não ser abrir um dos 60 processos de impeachment que estão em sua mesa contra Bolsonaro.

Deputados de oposição também reagiram e incentivaram, segundo um dos relatos, que Maia abrisse logo todos os processos de impeachment, "para dar mais trabalho ao governo".

Oposicionistas também prometeram retaliar a candidatura de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) no Senado. Na reunião, o PT cogitou retirar seu apoio.

Deputados do DEM que estavam na reunião disseram ao GLOBO que não acreditam que Maia abrirá o processo. Um deles diz que Maia "perderia qualquer credibilidade" ao dar prosseguimento em circunstância como essa.

da agência O Globo