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Após MBA, mulheres ganham R$ 58 mil a menos que homens

·2 minuto de leitura
Após terminarem o curso nas escolas de negócios, as mulheres ganham cerca de US$ 11.000 (R$ 58 mil) menos do que homens com o mesmo diploma. (Getty Images)
  • Menos de 10% das empresas S&P 500 têm mulheres nas suas diretorias

  • Mulheres de minorias chegam a receber R$ 275 mil a menos por ano

  • Escolas de MBA têm apenas 40% (em média) de estudantes femininas

A disparidade salarial entre homens e mulheres para graduados em MBA começa logo após a graduação e só se torna mais abrangente a partir daí. Após terminarem o curso nas escolas de negócios, as mulheres ganham cerca de US$ 11.000 (R$ 58 mil) menos do que homens com o mesmo diploma; uma pesquisa divulgada quinta-feira (23) com 1.055 ex-alunos de escolas de MBA de quase 60 programas de elite em todo o mundo. Uma década depois, essa diferença aumenta para mais de US$ 60.000 (R$ 318 mil).

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As mulheres nos EUA enfrentam uma teimosa disparidade salarial de gênero, grande parte da qual pode ser atribuída a elas trabalhando em setores e empregos de baixa remuneração. Menos de 10% dos diretores executivos do S&P 500 são mulheres. Por exemplo, elas permanecem sub representadas na grande maioria das escolas de negócios nos EUA. Em média, elas ocupam apenas 40% de todas as vagas em 84 escolas.

Mesmo as mulheres que procuram indústrias e empregos com altos salários enfrentam disparidades salariais, sugerem as descobertas da Fundação Forté, uma organização sem fins lucrativos com foco no avanço das mulheres e na igualdade de gênero em escolas de negócios e administração. A Forté descobriu que os homens pós-MBA, em média, ganham US$ 29.700 (R$ 157 mil) a mais do que as mulheres com credenciais semelhantes. Mulheres pertencentes a minorias recebem salários ainda menores, levando para casa, em média, cerca de US$ 52.000 (R$ 275 mil) a menos do que os homens.

'Empresas precisam oferecer terreno fértil para evolução das mulheres'

A presidente-executiva da Forté Foundation, Elissa Sangster, em entrevista para a Bloomberg.com, disse que as disparidades podem ser devidas, em parte, ao fato de os homens ingressarem em programas de MBA com mais anos de experiência, em média, preparando-os para diferentes planos de carreira e oportunidades. Mas ela também atribui algumas das lacunas ao preconceito bem documentado que as mulheres enfrentam uma vez em seus empregos.

As atuais alunas de MBA pesquisadas por Forté também indicaram que tinham aspirações de carreira menos ambiciosas. Os homens têm quase três vezes mais probabilidade de querer um cargo de CEO, por exemplo. "Há muito que as mulheres podem continuar a fazer para serem mais agressivas ou ambiciosas em relação à carreira", disse Sangster. “Mas eu acho que as empresas têm que se certificar de que haja um terreno fértil para que essas mulheres cheguem a essas posições de liderança”.

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