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Após denúncias de ‘guardiões’, PSOL protocola pedido de impeachment de Crivella

Anita Efraim
·2 minutos de leitura
The Mayor of the city of Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, talks about the ''lockdown'' during a press conference at the Field Hospital, for the treatment of patients with the corona virus, Covid 19, in Rio Centro, west of the city, on May 12, 2020.  (Photo by Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images)
Prefeito Marcelo Crivella é acusado de pagar funcionários públicos para intimidar jornalistas (Foto: Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images)

O PSOL apresentou nesta terça-feira, 1º, o pedido de impeachment do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos). Segundo Renata Souza, pré-candidata à prefeitura da cidade, ele cometeu crime ao usar funcionários da prefeitura como “milícia política para ameaçar jornalistas” e esconder “o caos na saúde”.

O pedido diz respeito à denúncia feita pela TV Globo dos chamados “guardiões do Crivella”. Seriam funcionários públicos que atuam em favor do prefeito e impedem jornalistas de acessar hospitais municipais. Esses funcionários também atuam no ambiente virtual.

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“Quando vemos um prefeito usando funcionários da prefeitura para tentar esconder o caos na saúde em vez de trabalhar para proteger a vida dos cariocas, a gente entende porque a Covid-19 está matando quatro vezes mais em nossa cidade do que no resto do Brasil”, escreveu Renata, que é deputada estadual.

O Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou, em nota, que vai analisar a denúncia feita pela TV Globo de que Crivella estaria colocando funcionários da prefeitura para vigiar portas de hospitais e afastar a imprensa.