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Após briga, Itaú prepara ‘divórcio’ da XP

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Itaú e XP: relação deve acabar em separação. (Foto: REUTERS/Rodrigo Garrido)
Itaú e XP: relação deve acabar em separação. (Foto: REUTERS/Rodrigo Garrido)

O que começou com uma união de papel passado, onde o banco Itaú comprou 49,9% da XP Investimentos na época da sua oferta de ações, três anos atrás, acabou em lavagem de roupa suja em rede nacional, por meio de campanhas publicitárias agressivas dos dois lados, e finalmente, o anúncio da separação.

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Nesta terça-feira (3), o Itaú revelou um plano para “separar” as ações que possui da corretora, colocando-as em uma nova empresa dedicada exclusivamente a elas, e vender 5% das ações para possíveis interessados no mercado financeiro, por meio de uma oferta.

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Segundo análises do mercado, trata-se do início de um afastamento entre as duas instituições, que viram as relações azedar nos últimos meses. O objetivo final seria o fim da sociedade. As informações são da Época Negócios.

Quando o Itaú comprou grande parte das ações da XP, anos atrás, o mercado viu o movimento como uma estratégia “defensiva”, uma tentativa de manter sob relativo controle a emergência de novas plataformas digitais de investimento.

Agora, o cenário mudou. De acordo com o plano traçado pelo Itaú, as ações da XP vão para uma nova empresa chamada Newco, mas nem todas: os 5% restantes devem, de acordo com estudo preliminar, ser ofertadas novamente ao mercado, uma demonstração de intencionalidade do Itaú em se livrar, pelo menos parcialmente, dos papéis da XP.

Segundo o Itaú, os estudos apresentados ainda estão em andamento, e o futuro definitivo desse relacionamento ainda está para ser definido.

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