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Aplicativos que comandam funções do carro podem roubar dados, diz pesquisa

A empresa analisou 69 aplicativos compatíveis com carros da Tesla, Nissan, Renault e Volkswagen para identificar possíveis falhas na segurança (Getty Image)
A empresa analisou 69 aplicativos compatíveis com carros da Tesla, Nissan, Renault e Volkswagen para identificar possíveis falhas na segurança (Getty Image)
  • Os aplicativos podem colocar a segurança do condutor em risco

  • Uma plataforma com graves falhas de segurança já tinha mais de 239 mil downloads

  • Os dados podem ser vendidos no mercado ilegal

A tecnologia torna a vida mais prática, dinâmica e cheia de possibilidades. No entanto, os novos dispositivos podem colocar em risco a segurança das pessoas. Um levantamento feito pela empresa de cibersegurança Kapersky mostrou que aplicativos feitos para controlar as funções de um carro podem deixar informações sigilosas desprotegidas.

Foi identificado que os aplicativos que não foram desenvolvidos pelas fabricantes dos veículos utilizam dados pessoais do condutor sem permissão. A Kapersky analisou 69 apps compatíveis com carros da Tesla, Nissan, Renault e Volkswagen para identificar possíveis falhas na segurança.

Entre as plataformas observadas, 58% utilizavam informações sem o consentimento do usuário. Dos apps analisados, um que tinha graves falhas de segurança já tinha mais de 239 mil downloads no Google Play Store, de acordo com o AutoEsporte.

"Estes dados podem ser vendidos no mercado ilegal e ir parar nas mãos de indivíduos mal intencionados. Os cibercriminosos podem não só roubar dados e credenciais pessoais, como conseguem também ter acesso ao veículo, dando lugar a situações perigosas para a integridade física", explicou em nota Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky.

O levantamento mostrou ainda que um em cada sete aplicativos não fornecia detalhes de contato do fabricante. Dessa forma, o condutor não consegue reportar erros do software ou pedir informações sobre a política de privacidade.

Para evitar ter os dados roubados, a empresa explica que o motorista deve deixar apenas aplicativos de fontes oficiais, dando preferência para os desenvolvidos pela fabricante do carro, além de analisar todas as permissões que concede no smartphone.

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