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Aplicativo PicPay estuda fazer IPO

JÚLIA MOURA
·1 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O rápido crescimento do PicPay, aplicativo que funciona como uma carteira digital, atraiu bancos de investimento que veem oportunidades em uma abertura de capital da empresa. A pandemia de Covid-19 impulsionou o app, que terminou 2020 com 36 milhões de usuários, um crescimento de quase 160% em relação aos 14 milhões de usuários ao fim de 2019. Atualmente, os clientes movimentam cerca de R$ 2 bilhões por mês no aplicativo. Os funcionários também saltaram. De 200 ao fim de 2018, são 2 mil hoje. Segundo agentes do mercado financeiro, após uma série de rodadas de captação, a empresa já tem tamanho para um IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). O app tem sido procurado nos últimos meses por instituições financeiras para viabilizar a ida à Bolsa de Valores brasileira, o que não deve acontecer tão cedo. A previsão é que a operação comece após abril, já que ainda não há um conjunto de bancos contratados para a operação. O PicPay foi criado em 2012 por três empreendedores de Vitória (ES) e pertence ao grupo J&F, que também é controladora de JBS e Banco Original, desde 2015. Procurado, o PicPay disse que não comenta o assunto. Atualmente, 34 empresas estão com pedidos de IPOs em análise na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Outras dez interromperam temporariamente o processo de abertura de capital. O último pedido protocolado foi da varejista de insumos agrícolas Agrogalaxy, em 31 de dezembro. Em 2020, foram 28 IPOs, que somaram R$ 43 bilhões.