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Apesar de poderosas, vacinas não são suficientes para conter a pandemia, diz OMS

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

Em declaração virtual feita à imprensa feita na última segunda-feira (12), Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), afirmou que a vacina contra a COVID-19 não é a única ferramenta contra a pandemia, que está longe de acabar, apesar de ser uma arma poderosa e eficaz.

O executivo exemplifica a afirmação dizendo que mesmo com as 780 milhões de doses das vacinas administradas em todo o mundo até então, estamos enfrentando a sétima semana seguida de alta nos casos da doença, além da quarta semana seguida com o maior número de mortes.

<em>Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato</em>
Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato

Ghebreyesus alega que o cenário atual é resultado de inconsistências na saúde pública e na aplicação das medidas de prevenção, afirmando que é preciso desenvolver abordagens mais coordenadas, consistentes e abrangentes. O diretor-geral diz também que os países que conseguiram cumprir com esses requisitos se saíram melhor no enfrentamento da crise, com a comprovação feita em evidências.

Na coletiva de imprensa, Ghebreyesus citou ainda o medicamento remdesivir, revelando que o estudo feito pela Solidarity, iniciativa da OMS, ainda não encontrou provas de que ele seria eficaz no tratamento da COVID-19, e que não recomenda o seu uso. A organização diz, no entanto, que estudos menores já observaram benefícios em tratamentos feitos com subgrupos.

Em março, o antiviral foi liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e nos Estados Unidos é usado em pacientes graves, mas que não precisam de intubação.

Fonte: Canaltech

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