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Apesar da crise, mercado de luxo cresce no Brasil neste ano

·2 min de leitura
Exterior Of Clothing Store With Shoes And Other Accessories Displaying In Showcase
Exterior Of Clothing Store With Shoes And Other Accessories Displaying In Showcase
  • Mercado de luxo ganhou destaque em meio a crise econômica causada pela pandemia;

  • Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Luxo, houve crescimento de 51,74%;

  • Associação credita alta a quem investia em produtos no exterior e passou a consumir no país;

Em meio a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19, muitos setores e marcas nacionais sofreram com a queda nos lucros durante os últimos dois anos. Mas não foi o que aconteceu com o mercado de luxo, que teve crescimento médio de 51,74% em setembro de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados apurados pela Associação Brasileira das Empresas de Luxo (Abrael), e revelados em reportagem da CNN Brasil.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Luxo (Abrael), que viu as vendas de itens de alto padrão despontarem a partir do ano passado, essa alta se deve a classe média alta, que antes investia seu dinheiro em produtos no exterior, e com as restrições causadas pela pandemia, passou a consumir no país, o que segundo Roberto Veiga, coordenador da Abrael, também provocou um olhar das marcas para o Brasil. Ele explicou que, antes da pandemia, esse tipo de consumidor comprava peças de grife no exterior.

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“Como o brasileiro não pode viajar para fazer compras, as marcas perceberam uma demanda potente no país e começaram a investir. Hoje, peças exclusivas que não chegavam por aqui, agora chegam, acompanhando o cenário internacional”, destacou Veiga, em entrevista à CNN Brasil. De acordo com o levantamento divulgado pela Abrael, a receita do mercado de bens de luxo chegou a US$ 5.226 milhões em 2020. A projeção é de um aumento de 3% até 2025.

A maior movimentação acontece nos principais shoppings que oferecem variações de marcas internacionais, que tiveram boom de vendas acontecendo, principalmente, por meio do e-commerce, com 694% de crescimento do consumo. Mesmo com as restrições da pandemia, as vendas nos shoppings de luxo de grandes cidades não foram tão afetadas por conta dos serviços de entregas e vendas por aplicativos e redes sociais.

Segundo o coordenador da Abrael, o consumo de luxo da pandemia foi sofrendo alterações com o passar do tempo. No primeiro momento, as pessoas procuraram por autocuidado, a exemplo dos produtos específicos de cuidados com a pele, seguido de artigos para casa. Já após as flexibilizações, começaram a investir também em roupas, automóveis, e até mesmo em lanchas e jatinhos.

“À medida que o tempo ia passando, as prioridades do consumidor foram sofrendo alterações. No início da pandemia, vimos uma procura por autocuidado e bem-estar. Agora, estamos percebendo um upgrade em bens de consumo como carros e viagens. Para se ter uma noção, carros como Jaguar e Porsche estão com alta procura no mercado”, apontou à CNN Brasil. 

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