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Aperto do Fed revela oportunidades de ganhos em emergentes

(Bloomberg) -- Bolsões de desempenho superior começam a surgir nos mercados emergentes, mesmo quando o aumento de juros mais agressivo do Federal Reserve em duas décadas abala ativos em todo o mundo.

As perdas nos mercados em desenvolvimento até agora foram menores do que nos EUA durante uma liquidação ampla em que os títulos do Tesouro americano tiveram seu pior colapso em pelo menos meio século. Os títulos corporativos de países emergentes se mostram mais resilientes do que a dívida de alto risco dos EUA.

Ativos de risco normalmente são castigados em períodos de volatilidade e os mercados emergentes foram de fato prejudicados, com a pior semana desde março para um indicador de ações. Mas boa parte dessa turbulência decorre de ativos nos EUA em meio a preocupações crescentes com as perspectivas para a economia americana.

“A visão negativa em relação aos mercados emergentes terá vida relativamente curta”, disse Lewis Jones, gerente de portfólio de dívida de mercados emergentes da William Blair Investment Management em Nova York. “Esperamos que o diferencial de crescimento entre mercados emergentes e mercados desenvolvidos aumente à medida que os EUA se aproximam de uma recessão.”

Os mercados emergentes até agora evitaram uma repetição do pânico gerado pelo aperto quantitativo do Fed de 2013, conhecido como Taper Tantrum, que levou a uma intensa volatilidade. Desta vez, os bancos centrais dos mercados emergentes saíram na frente ao reduzir o estímulo da era da pandemia e armazenaram mais reservas de moeda forte.

Entre as 16 principais moedas monitoradas pela Bloomberg, os dois únicos ganhos do ano vêm do mundo em desenvolvimento: o real brasileiro e o peso mexicano. Moedas de economias maduras - o iene e a coroa norueguesa - lideram as perdas do grupo.

Enquanto a liquidação de títulos corporativos de alto risco dos EUA se aprofunda, mais do que dobrando o rendimento médio no último ano, a dívida corporativa de mercados emergentes tem perdas menores. Essa resiliência relativa levou o spread entre títulos de empresas emergentes e títulos de alto risco dos EUA de um prêmio de risco para um desconto este ano. Agora, os títulos de países em desenvolvimento oferecem o menor rendimento desde novembro de 2020, em termos relativos.

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©2022 Bloomberg L.P.

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