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Apenas 3 presidenciáveis investem em jingles na corrida eleitoral; veja quem

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o candidato que mais investe em jingles na campanha REUTERS/Carla Carniel
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o candidato que mais investe em jingles na campanha REUTERS/Carla Carniel

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o candidato que mais investe em jingles na campanha eleitoral, de acordo com dados enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além dele, mais dois presidenciáveis gastam verba de campanha na produção das canções, junto das vinhetas e slogans: Felipe D’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil).

O petista já desembolsou R$ 700 mil com o material. O candidato do Novo investiu R$ R$ 15 mil, e Soraya, R$ 8.200.

Segundo o portal Metrópoles, a campanha de Lula já quitou parte do valor - R$ 210 mil - e ainda deve R$ 490 mil. Lula também lidera em gastos totais com a corrida eleitoral: R$ 25,92 milhões foram usados em programas de rádio, televisão ou vídeo. O valor faz parte do montante de R$ 44,78 milhões usados em contratos para a campanha.

Em agosto, o ex-presidente fez uma publicação nas redes sociais pedindo doações de seguidores para a campanha presidencial destas eleições.

“#DOE13 Eles têm uma fábrica de mentiras, mas nós temos a verdade e a sua ajuda. Doe para a campanha de Lula! Você pode contribuir por pix, boleto ou cartão, no site http://doe.lula.com.br. Ajude a espalhar! #EquipeLula”, escreveu o candidato.

Genial/Quaest: Lula tem 42%; Bolsonaro mantém 34% das intenções de voto

A pesquisa Genial/Quaest desta quarta-feira (14) aponta para uma oscilação negativa do ex-presidente Lula e estabilidade de Jair Bolsonaro (PL), deixando a diferença entre eles e 8 pontos percentuais.

Enquanto o petista tem 42%, Bolsonaro manteve 34%, segundo o levantamento. Somados, os outros candidatos chegam a 13%.

Veja as últimas pesquisas eleitorais para presidente:

Pesquisas eleitorais, como saber em quais posso confiar?

Em meio a essa diversidade de levantamentos existentes no Brasil, muitos eleitores não sabem em quais resultados acreditar.

No primeiro dia do ano passou a ser obrigatório (leia a resolução clicando aqui)o registro junto à Justiça Eleitoral de qualquer pesquisa pública relacionada às eleições para presidente e governador. Porém, se uma pesquisa está registrada não necessariamente significa que ela será confiável, isso porque não há nenhum tipo de fiscalização prévia sobre a metodologia desses levantamentos.

Atualmente, a confiabilidade das pesquisas é garantida no Brasil por meio da transparência. São algumas das informações que devem ser cadastradas junto à Justiça Eleitoral, tornando as pesquisas passíveis de contestação, caso qualquer irregularidade seja encontrada posteriormente:

  • Nome do contratante

  • Valor cobrado pela pesquisa

  • Origem dos recursos investidos

  • Metodologia

  • Período de realização

  • Sistema de fiscalização da coleta de dados

  • Tipo de questionário aplicado

Para identificar os atributos que mais merecem atenção nas pesquisas eleitorais, a reportagem do Yahoo! Notícias conversou com alguns especialistas no assunto e separou uma lista com os pontos mais importantes, confira aqui.

Qual a data das Eleições 2022?

O primeiro turno das eleições será realizado no dia 2 de outubro, um domingo. Já o segundo turno – caso necessário – será disputado no dia 30 de outubro, também um domingo.

Veja a ordem de escolha na urna eletrônica nas Eleições 2022

  1. Deputado federal (quatro dígitos)

  2. Deputado estadual (cinco dígitos)

  3. Senador (três dígitos)

  4. Governador (dois dígitos)

  5. Presidente da República (dois dígitos)