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Após vaivém, dólar firma queda ante real com exterior e ingressos na bolsa local

Mulher segura notas de dólar com cédulas de reais ao fundo

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar abandonou indefinição vista durante boa parte do pregão e passou a cair acentuadamente contra o real nesta quinta-feira, em linha com a fraqueza da divisa norte-americana no exterior e com a alta do Ibovespa na esteira da decisão do Banco Central de manter a taxa Selic inalterada e do entendimento do mercado de que o ciclo de aperto monetário acabou.

Às 15:06 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,70%, a 5,1378 reais na venda.

Depois de cair 1,01%, a 5,1218 reais, na mínima do dia, atingida pouco depois da abertura dos negócios, a moeda norte-americana ganhou algum fôlego ao longo da manhã e chegou a subir 0,24%, a 5,1863 reais, antes de voltar a operar firmemente no vermelho na parte da tarde.

Na B3, às 15:06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,71%, a 5,1465 reais.

Por trás dessa queda, participantes do mercado apontavam a fraqueza do dólar no exterior, principalmente frente a moedas de países emergentes ou expostas às commodities. Pesos colombiano e mexicano, sol peruano, rand sul-africano e dólar australiano --divisas com as quais o real mantém alguma correlação-- subiam entre 0,3% e 0,9% contra a divisa dos EUA nesta tarde.

Já um índice que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de pares fortes caía 0,24%, a 111,200.

Enquanto isso, no Brasil, o Banco Central decidiu na véspera manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, interrompendo um agressivo ciclo de aperto monetário, mas ponderou que não hesitará em retomar as altas nos juros se a redução da inflação não transcorrer como o esperado.

Lucas Carvalho, analista-chefe da Toro Investimentos, disse à Reuters que os mercados locais reagiram positivamente ao comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), com o Ibovespa se beneficiando da interrupção no aumento da Selic e o ingresso de recursos na bolsa paulista --que exige a compra de reais por parte de agentes estrangeiros-- consequentemente fornecendo apoio ao mercado de câmbio local.

O Ibovespa subia 1,26%, a 113.347,55 pontos, às 15h05 (de Brasília).

(Por Luana Maria Benedito)