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Após trégua de Bolsonaro, Pacheco diz que estabilidade política exige liderança e respeito aos Poderes

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou nesta sexta-feira que a aprovação das reformas no Congresso Nacional não passarão de expectativas se não forem acompanhadas de estabilidade política. Durante discurso em um evento promovido pelo Ministério Público de Minas Gerais e pela Universidade Federal de Minas Gerais, o senador valorizou o respeito aos poderes e indicou é necessário liderança e respeito aos Poderes para alcançar a estabilidade política.

A declaração de Pacheco ocorre em meio à tregua do presidente Jair Bolsonaro em relação ao Supremo Tribunal Federal após semanas de recorrentes ataques por parte do presidente. Além de Pacheco, o presidente do STF, Luiz Fux, também participou do evento.

— As expectativas que se guardavam em relação às reformas do Brasil ou estão por fazer são expectativas. Uma vez realizadas ainda faltará algo fundamental: estabilidade política. Precisamos ter estabilidade política, que se faz com liderança, que se faz com respeito à Constituição, à divergência, aos Poderes. Clamamos por essa estabilidade como pedra essencial para evolução da nossa sociedade — afirmou.

Em seu discurso, Pacheco também afirmou que é necessário que cada brasileiro "pratique o exercício de defesa do Estado de Direito".

Em uma declaração sobre a relação de políticos mineiros com a moderação e a busca de consenso, Pacheco afirmou que essa ponderação não é inércia em relação a abusos. Segundo ele, é importante a conciliação e a pacificação para acalmar os ânimos no país e promover a segurança jurídica.

— Mas que não confundam esse perfil mineiro com inércia ou tolerância com aquilo que não transigimos. Quem objetivar mitigar o Estado de Direito ou estabelecer retrocesso à democracial terá o pulso firme e forte da política de Minas Gerais para resistir — disse.

Em seu discurso, o presidente do Senado indicou novamente sua tendência contra as mudanças eleitorais aprovadas na Câmara e que agora tramitam no Senado. Uma delas, em particular, voltou a ser criticada por Pacheco: o retorno das coligações proporcionais.

Ao discutir sobre segurança jurídica, o senador afirmou que não é ideal que as regras eleitorais sejam alteradas a cada quatro anos. Pacheco lembrou que o fim das coligações nas eleições proporcionais, aprovado em 2017, sequer entrou em prática em uma eleição federal.

— Em 2017, projetamos aquela reforma para a primeira eleição em 2022. E antes que tenhamos a primeira eleição federal pretendemos alterar a regra do jogo a partir de uma proposta de emenda. Estou dando toda a oportunidade pro debate, mas é uma expressão de insegurança vinda do Parlamento que temos que refletir — disse Pacheco.

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