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Após tensão em CPI, Bolsonaro diz que governo ‘fez o que pode’ e que erros não tiveram 'efeito colateral'

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — Em meio às discussões no Senado durante o depoimento do ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten, o presidente Jair Bolsonaro minimizou os erros cometidos durante seu governo, dizendo que eles não tem "efeito colateral" e, em relação à pandemia, afirmou que o governo "fez o que pode".

Nesta quarta-feira, Wajngarten foi acusado por senadores de mentir durante depoimento na CPI da Covid ao contradizer algumas das declarações que deu em entrevista à revista "Veja". Por outro lado, o ex-secretário confirmou que a farmacêutica Pfizer ofereceu vacinas ao governo federal já em setembro, mas a carta ficou dois meses sem resposta.

Durante solenidade do anúncio de investimento da Caixa Econômica Federal no meio-ambiente, o presidente aproveitou para fazer um balanço do seu governo. Bolsonaro disse que seu governo deixará saudades quando acabar, seja em 2022 ou em 2026, no caso de uma eventual reeleição. O presidente destacou os ministros, que não seriam "maliciosos", mas também admitiu erros.

— Um governo que também erra. Mas os nossos erros não têm efeito colateral. Porque até quando isso por ventura possa ocorrer, nós voltamos atrás. Um governo que faz a sua parte, que não tem o reconhecimento de grande parte da mídia — disse o presidente.

Logo depois, Bolsonaro falou especificamente da pandemia do novo coronavírus. A atuação do governo federal em relação à doença é investigada pelos senadores na CPI da Covid. O presidente disse que seu governo fez tudo o que pode para combater a doença. Sem especificar quem, afirmou que "os que não fizeram nada" agora tentam atrapalhar seu mandato.

— O governo fez o que pode. Os que não fizeram nada, agora querem atrapalhar o governo. Acredito nas instituições. Não temo absolutamente nada. E deixo bem claro: só Deus me tira daqui. Não querendo desafiar ninguém. Respeito os demais. Mas vão nos respeitar — disse.

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