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Após rali e à espera de Powell, bolsas oscilam perto da estabilidade em NY

Gabriel Roca
·3 minutos de leitura

Seguem no radar as notícias sobre o estado de saúde de Trump e sobre as negociações em Washington por um novo pacote de estímulos fiscais nos EUA Em Wall Street, os investidores tomam fôlego no início da manhã de negócios desta terça-feira, à espera do discurso do presidente do Federal Reseve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, na National Association of Business Economics (Nabe) às 11h40, horário de Brasília. Além disso, os agentes financeiros mantêm no radar as notícias sobre o estado de saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sobre as negociações em Washington por um novo pacote de estímulos fiscais no país. Por volta de 11h25, na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones operava em alta de 0,40%, aos 28.260,84 pontos, enquanto o S&P 500 avançava 0,10%, aos 3.412,05 pontos. O índice eletrônico Nasdaq operava praticamente estável, em alta de apenas 0,01%, aos 11.333,20 pontos. Michael Nagle/Bloomberg “O principal ponto de interesse será o que ele [Powell] tem a dizer sobre o fracasso do Congresso em apresentar outro pacote de estímulo”, disse Marshall Gittler, chefe de pesquisa de investimento do BDSwiss Group, em uma nota. “Ele e seus colegas têm falado bastante sobre os limites da política monetária e a necessidade de mais apoio fiscal”, afirmou. A presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, disse aos líderes democratas do Congresso na noite de segunda-feira que as negociações sobre o pacote de estímulos com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, estavam caminhando "muito lentamente", informou o site Politico. Pelosi e Mnuchin devem voltar a se falar hoje, segundo o veículo. Ontem, a notícia de que Trump deixaria o hospital aliviou incertezas dos agentes financeiros a respeito de seu estado de saúde e contribuiu para deflagrar uma forte demanda por risco na sessão. Além disso, pesquisas de intenção de voto mostraram que o candidato democrata e ex-vice-presidente dos EUA, Joe Biden, ampliou sua vantagem em relação a Trump. Apesar das propostas democratas de aumentar impostos corporativos, os agentes financeiros reagiram bem à pesquisa. O primeiro motivo é a menor probabilidade de a eleição ser contestada na justiça, caso a vitória de um dos lados seja ampla. O segundo é a maior chance de os democratas controlarem a Câmara, o Senado e ganharem também a corrida presidencial. A configuração de poder faria com que estímulos fiscais e investimento em infraestrutura fossem mais prováveis, o que poderia ser positivo para as ações no longo prazo. Ainda, segundo parte dos agentes, a desvantagem de Trump pode levar os republicanos a fazer mais concessões aos democratas para aprovar o pacote de estímulos antes das eleições. O movimento do mercado ontem foi "uma aposta implícita de que haverá um grande gasto de estímulo fiscal", disse Boris Schlossberg, diretor-gerente da BK Asset Management, ao MarketWatch. “Dada a pesquisa, não é nem mesmo uma questão de Biden vencer. O que é realmente necessário é uma 'onda azul' completa, necessária para que o verdadeiro gasto fiscal aconteça e necessária para que o mercado continue subindo”, disse o analista. Em uma sessão mista até aqui, cinco setores do S&P 500 recuam e seis avançam. Os destaques positivos são os segmentos de energia e financeiro, mais ligados ao ciclo de crescimento da economia, que vão estendendo os ganhos da véspera.