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Após pedido do Novo, Justiça Eleitoral invalida candidatura de Filipe Sabará em SP

Dimitrius Dantas
·2 minuto de leitura
Filipe Sabará e Marina Helena, que formaram chapa para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo partido Novo
Filipe Sabará e Marina Helena, que formaram chapa para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo partido Novo

A Justiça Eleitoral de São Paulo invalidou a candidatura do candidato do partido Novo à Prefeitura da capital paulista, Filipe Sabará. A decisão ocorreu em meio à uma briga interna entre duas alas da sigla. Sabará foi expulso por unanimidade no último dia 21 após processo na comissão de ética da sigla que apurou inconsistências em seu currículo.

No sábado, o Novo apresentou à Justiça Eleitoral o pedido de renúncia da candidata à vice de Sabará, Marina Helena Cunha Pereira Santos.

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Na petição, o partido destacou registros dos candidatos a prefeito e vice-prefeito são apresentados em chapa única e indivisível.

Legalmente, o partido poderia substituir a chapa, mas por unanimidade, o Diretório Municipal decidiu desistir da candidatura.

"Com efeito, diante da renúncia de um dos candidatos e da deliberação do Diretório Municipal no sentido de não proceder a substituição da candidatura, deve ser conhecida a inviabilidade da chapa e indeferido o (registro) do candidato a prefeito", afirmaram os advogados do partido.

Em sentença publicada na noite deste domingo, o juiz Marco Antonio Martin Vargas homologou a desistência e determinou a atualização da situação de Sabará no sistema de registro de candidaturas do TSE.

"Providencie o Cartório Eleitoral, a imediata atualização da situação do candidato no Sistema de Candidaturas para cumprimento da última parte do § 1º, art. 69 da Resolução TSE 23.609/2019, certificando a alteração nos autos", afirmou.

No site, o registro de Sabará já aparece como "inapto". O motivo identificado é "indeferimento de partido ou coligação.".

Com isso, caso se confirme a decisão, o nome e o número de Sabará não estarão presentes na urna no próximo dia 15.

Em suas redes sociais, Sabará alegou que foi expulso por defender o presidente Jair Bolsonaro.

— Fui expulso do Partido “novo” por não aceitar ser obrigado a pensar como um dos fundadores, João Amoedo, que ataca o Presidente Bolsonaro o tempo todo (no Twitter) e defendi as boas ações do governo federal sempre que entendi que deveria — afirmou.

Sabará afirmou ainda que não há inconsistências em seu currículo. Segundo ele, passou sua juventude "estudando, me capacitando e trabalhando muito para construir ferramentas que promovem oportunidades reais para as pessoas que mais precisam.

Sabará afirmou que irá avaliar se irá recorrer da decisão da Justiça Eleitoral.

— De qualquer forma, nosso propósito de servir e promover oportunidades relevantes para quem mais precisa está mais vivo do que nunca! Se não for dessa vez, nem dessa forma, será com outras portas e alianças que Deus abrirá — escreveu.