Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.976,70
    -2.854,30 (-2,55%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.668,64
    -310,36 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,02
    -0,26 (-0,34%)
     
  • OURO

    1.753,30
    -0,70 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    16.467,90
    -11,65 (-0,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    387,26
    +4,61 (+1,20%)
     
  • S&P500

    4.026,12
    -1,14 (-0,03%)
     
  • DOW JONES

    34.347,03
    +152,93 (+0,45%)
     
  • FTSE

    7.486,67
    +20,07 (+0,27%)
     
  • HANG SENG

    17.573,58
    -87,32 (-0,49%)
     
  • NIKKEI

    28.155,11
    -127,92 (-0,45%)
     
  • NASDAQ

    11.720,75
    -62,00 (-0,53%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,6176
    -0,0068 (-0,12%)
     

Após Meta, Twitter e Microsoft, Amazon deve dispensar 10 mil funcionários

A Amazon está planejando demitir cerca de 10 mil funcionários a partir desta semana, cerca de 3% da força de trabalho nos Estados Unidos, segundo reportagem do The New York Times. Esta seria a maior demissão em massa da história da companhia, que atualmente possui mais de 1,5 milhão de funcionários ao redor do mundo.

Diminuir o número de funcionários perto da Black Friday e das festas de fim de ano, época de grande demanda para o e-commerce, demonstra como a recessão na economia global está forte e pressionando as empresas.

Os cortes focarão nos setores tecnologia e gestão, principalmente nas repartições de dispositivos da organização, incluindo a assistente de voz Alexa, e de Recursos Humanos. O porta-voz da Amazon, Brad Glasser, recusou os pedidos de comentários sobre a situação.

O setor de desenvolvimento dos dispositivos de assistente de voz da Amazon está na mira das demissões, segundo informantes (Imagem: Reprodução/Amazon)
O setor de desenvolvimento dos dispositivos de assistente de voz da Amazon está na mira das demissões, segundo informantes (Imagem: Reprodução/Amazon)

Nas últimas semanas, outras empresas do meio tecnológico anunciaram demissões em massa. O Twitter cortou pela metade o número de funcionários, a Meta anunciou o desligamento de 11 mil funcionários, entre outras empresas, como Tesla, Microsoft e Snapchat.

Efeitos da pandemia

A Amazon alcançou o seu patamar mais lucrativo durante a pandemia de covid-19, com a migração dos consumidores para as compras on-line e empresas contratando seus serviços de computação em nuvem. Em dois anos, a companhia dobrou a sua força de trabalho. No início de 2022, porém, o crescimento da Amazon desacelerou para a menor taxa em duas décadas, visto que as mudanças nos hábitos de compra e a alta da inflação prejudicaram as vendas.

Os executivos da companhia se reuniram com investidores institucionais, na última semana, quando uma queda de ações apagou US$ 1 trilhão, cerca de R_jobs(data.conteudo)nbsp;5,32 trilhões, em valor de mercado. O último trimestre apresentou uma ligeira recuperação, mas a empresa alertou os investidores sobre o risco de cair para o ritmo mais baixo desde 2001.

Entre as medidas para reduzir custos, a empresa fechou ou reduziu uma quantidade considerável de iniciativas como: o Amazon Care, serviço de plano de saúde; Scout, robô de entrega em domicílio que empregava 400 pessoas; e Fabric.com, subsidiária de material de costura que estava aberta há 30 anos.

Demissões e congelamento das contratações

A empresa reduziu o número de funcionários em quase 80 mil pessoas, de abril a setembro deste ano. A maioria das reduções foram dos funcionários que recebem por hora trabalhada. Ainda em setembro, a Amazon congelou as contratações em várias equipes menores.

Em outubro, a Amazon parou de preencher mais de 10 mil vagas em aberto e, há apenas duas semanas, congelou as contratações de toda a empresa pelos próximos meses.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: