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Após dois meses, governo autoriza reajuste médio de 4,08% em remédios

Ana Paula Machado

Depois de dois meses, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) autorizou o aumento nos preços de remédios. O reajuste médio será de 4,08% e já pode ser aplicado pelas farmacêuticas.

Em nota, o Sindicato da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma) informou que esse aumento é “absolutamente necessário para viabilizar a operação da indústria farmacêutica no país, garantindo assim o fornecimento normal de medicamentos para a população.”

Segundo a entidade, esse reajuste, “de apenas 4,08%, na média” poderá repor parte dos aumentos de custo acumulados no ano passado e mais recentemente em razão da pandemia. Pelos cálculos do Sindusfarma, o dólar subiu mais de 30% considerando a cotação da moeda americana em março do ano passado até final de maio de 2020.

“Ressalte-se, ainda, que os valores sobre os quais o reajuste incide são relativamente baixos. Por exemplo, no Brasil uma caixa de medicamento genérico custa pouco mais de seis reais, em média, e um medicamento similar ou novo, menos de vinte reais, segundo o último levantamento da CMED, de 2018”, diz a nota da entidade.

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