Mercado fechará em 3 h 11 min
  • BOVESPA

    108.066,25
    +1.594,33 (+1,50%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.187,94
    +464,51 (+0,99%)
     
  • PETROLEO CRU

    90,04
    +1,03 (+1,16%)
     
  • OURO

    1.803,10
    +11,90 (+0,66%)
     
  • BTC-USD

    23.936,84
    +814,99 (+3,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    556,22
    +13,34 (+2,46%)
     
  • S&P500

    4.144,51
    -0,68 (-0,02%)
     
  • DOW JONES

    32.842,44
    +38,97 (+0,12%)
     
  • FTSE

    7.482,37
    +42,63 (+0,57%)
     
  • HANG SENG

    20.045,77
    -156,17 (-0,77%)
     
  • NIKKEI

    28.249,24
    +73,37 (+0,26%)
     
  • NASDAQ

    13.181,50
    -47,25 (-0,36%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2197
    -0,0469 (-0,89%)
     

Após declarações de Bolsonaro, presidente da Anvisa diz que 'incertezas' deixam pessoas mais vulneráveis à Covid-19

·2 min de leitura

BRASÍLIA — O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou nesta quarta-feira que a ansiedade, a preocupação e as incertezas que seriam desencadeadas pelos últimos anúncios do governo prejudicam a imunidade, o que poderia deixar os indivíduos mais vulneráveis à Covid-19. A declaração pode ser entendida como uma resposta às falas do presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas sanitárias nas fronteiras.

— A mente preocupada, a mente intranquila, a mente fustigada por incertezas acaba levando a um organismo mais suscetível de adoecer e nós não queremos isso. No exercício que todos nós temos o privilégio possuir, que é o exercício da gestão pública, é muito importante buscar a todo custo manter, preservar, cultivar a tranquilidade das pessoas — afirmou o almirante.

Barra Torres justificou, durante reunião extraordinária da Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa, que precisava fazer esse pronunciamento em razão dos últimos acontecimentos. Na última terça-feira, o governo federal anunciou que reabriria as fronteiras — sem detalhar quais ou em que data — e que adotaria quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados.

Essa última medida atende a recomendação da Anvisa, divulgada no fim de novembro, para conter a variante Ômicron. Uma portaria interministerial, assinada em conjunto pelas pastas da Saúde, da Casa Civil, da Justiça e Segurança Pública e da Infraestrutura deve ser publicada nesta quarta-feira e, assim, oficializar as decisões. O papel da agência, neste caso, é de assessoramento.

— No cumprimento dela (lei nº 13.979), nos cabe assessorar quatro ministérios: da Saúde, da Justiça (e Segurança Pública), da Casa Civil e da Infraestrutura. E assim o fizemos neste tema tão discutido, tão abordado, que é a questão do controle sanitário para quem viaja para ingressar no Brasil, o chamado passaporte vacinal, atesto vacinal, certificado vacinal ou o nome que seja: a comprovação através de um documento de que aquela pessoa está com a imunização completa — continuou Barra Torres.

Bolsonaro rechaça a ideia do passaporte vacinal e já deu reiteradas declarações contra a exigência dele. Além do presidente, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também afasta a possibilidade e o caracteriza como “passaporte da discórdia”.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos