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Após atrasos, Chevrolet Bolt terá produção retomada em novembro

·2 min de leitura

Após passar por um conturbado período de recall, o Chevrolet Bolt terá sua produção retomada no dia 1º de novembro. O único carro elétrico da montadora será fabricado novamente na planta de Orion, no Michigan, depois que a General Motors e a LG, fornecedora das baterias do veículo, entraram em acordo para a solução dos problemas das células, principal motivo pela interrupção de toda a produção e venda do automóvel.

A data foi revelada com algum atraso, já que a Chevrolet havia prometido retomar a produção do Bolt ainda em outubro. Mas, com a alta demanda por conta da troca das baterias de todos os carros fabricados até então, foi necessário o adiamento do retorno. Os custos do recall ficaram na casa dos US$ 2 bilhões, que serão pagos quase que completamente pela LG.

"Agradecemos a paciência dos proprietários e revendedores enquanto trabalhávamos para desenvolver soluções para esse recall. Retomar a produção do módulo de bateria é um primeiro passo e vamos continuar a trabalhar arduamente com a LG para obter o fornecimento de bateria adicional", disse Doug Parks, vice-presidente executivo da GM, Desenvolvimento Global de Produtos, Compras e Cadeia de Suprimentos, em comunicado oficial emitido há algumas semanas.

(Imagem: Divulgação/ General Motors)
(Imagem: Divulgação/ General Motors)

O recall foi necessário para corrigir uma falha na aba do ânodo e no separador, que ocasionou incêndios em algumas unidades do automóvel pelo mundo. Depois, descobriu-se que essa falha era crônica e que seria necessária a troca das baterias de todos os Bolt produzidos, sejam eles da antiga ou da nova geração. Sendo assim, a General Motors convocou todos os usuários do carro para realizar esse procedimento.

O Chevrolet Bolt, que acabou de passar por um grande facelift, tinha sua chegada ao Brasil estimada para setembro deste ano, mas, com a necessidade do recall, esse cronograma acabou prejudicado. O Canaltech entrou em contato com a General Motors do Brasil para colher mais detalhes, mas não obteve resposta.

Fonte: Canaltech

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