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Após alertas de desabastecimento, Ministério da Saúde promete enviar 10,2 milhões de doses nesta semana

·3 minuto de leitura

BRASÍLIA — Em meio ao desabastecimento de imunizantes contra a Covid-19, que levou à suspensão dos calendários de vacinação de várias capitais do país, o Ministério da Saúde informou, neste domingo, que serão enviados aos estados e ao Distrito Federal, ainda nesta semana, 10,2 milhões de doses vacinas. A pasta, porém, não soube responder o dia exato das remessas, nem as quantidades a serem distribuídas por unidade da federação.

As prefeituras do Rio de Janeiro, Belém, Campo Grande e João Pessoa não administrarão a primeira dose nesta segunda-feira. A segunda dose, porém, será aplicada normalmente.

Em Florianópolis e Maceió, a primeira dose será disponibilizada apenas para gestantes e puérperas maiores de 18 anos.

As capitais não deram estimativas sobre quando a situação deve ser normalizada. A Secretaria municipal de Saúde do Rio afirmou que fará a "retomada assim que o Ministério da Saúde enviar nova remessa de vacinas". Campo Grande foi no mesmo tom: "O município aguarda o recebimento de uma nova remessa do Ministério da Saúde para abrir calendário de primeira dose".

Ao GLOBO, a prefeitura de Maceió afirmou que as remessas do governo federal têm chegado semanalmente à cidade, mas não há uma data confirmada. E Florianópolis assinalou que o repasse do imunizante é feito ao governo estadual, e depois ao município — por isso, não é possível determinar a data em que seu estoque será reforçado.

Já a prefeitura de São Paulo adiou a vacinação do grupo etário de 28 anos, cujo início estava previsto para quinta-feira. A capital paulista fará esta segunda-feira a repescagem da primeira dose para o público acima de 30 anos e oferecerá a segunda dose para o público em geral. Na terça-feira, a campanhará de vacinação será estendida às pessoas de 29 anos.

Em resposta ao GLOBO, o Ministério da Saúde explicou que o público alvo dessa distribuição e a quantidade de doses a ser encaminhada a cada estado dependem de uma reunião tripartite, formada por integrantes da União e dos governos estaduais e municipais. O órgão não informou quando haverá essa discussão, mas esclareceu que o envio das vacinas é feito até 48 horas depois de a estratégia ser definida na reunião.

Segundo destacou o ministério, a responsabilidade de levar os imunizantes aos municípios é dos estados, e não do governo federal. Embora gozem de autonomia, o órgão recomenda que os governos estaduais e as prefeituras sigam a estratégia de imunização estabelecida na reunião.

O Brasil recebeu hoje 2,1 milhões de doses da vacina Pfizer. Trata-se da maior quantidade de imunizantes já enviados pela empresa. Os lotes chegaram em dois voos que aterrissaram no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, às 8h44 e 15h55.

De acordo com o G1, com as entregas deste domingo, a Pfizer já enviou 28 lotes ao país, totalizando 23,1 milhões das 200 milhões de doses contratadas pelo governo federal. A farmacêutica diz que vai cumprir o cronograma de entrega total até o final de 2021.

Na semana passada, o Ministério da Saúde encaminhou aos estados 8,7 milhões de doses de vacinas. Ao todo, mais de 164,4 milhões de doses já foram enviadas para imunização da população brasileira em todo o país.

Dados obtidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde mostram que 44,61% da população brasileira haviam recebido a primeira dose, na última sexta-feira. Outros 17,49% foram totalmente imunizados com as duas doses, ou dose única. O total de doses aplicadas foi de 131.504.294.

Com o G1

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