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Ao menos 20% das mulheres cogitam abandonar trabalho por causa da pandemia

·2 minuto de leitura
Businesswoman with face mask working at her desk looking at computer monitor, in office. Female professional back to work after covid-19 pandemic lockdown.
Businesswoman with face mask working at her desk looking at computer monitor, in office. Female professional back to work after covid-19 pandemic lockdown.

Um estudo realizado pela consultoria Deloitte e obtido pelo jornal Valor Econômico apontou que uma em cada cinco brasileiras não descarta abandonar o mercado de trabalho por conta dos problemas decorrentes da pandemia.

O levantamento ouviu 500 mulheres no Brasil. Destas, 63% eram mães, 23% cuidavam de outros familiares e 71% trabalhavam de forma integral. Ainda considerando o total da amostra, 11% das entrevistadas eram C-Level, ou seja, exercem cargos de alto escalão executivo, e 51% trabalham para empresas com faturamento anual de até US$ 5 bilhões.

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Do total de 500 mulheres, 19% consideram deixar a carreira e apontam que a pandemia contribuiu para essa decisão de várias formas: 41% disseram que o motivo é a redução de salário; 35% responderam que sofreram redução salarial mesmo com aumento de carga horária; 13% contam que o entrave maior é ter que unir o comprometimento profissional com os cuidados familiares e 10% se queixam da dificuldade de alcançar equilíbrio pessoal e profissional.

A líder do programa All In da Deloitte, Ângela Castro, afirma que muitas das demandas apontadas pelas mulheres na pesquisa já faziam parte de suas vidas antes da pandemia, no entanto, o cenário era facilitado por uma suposta rede de apoio que incluía crianças na escola e a possibilidade de contar com o auxílio de trabalhadores domésticos.

Vênus Kennedy, líder do programa Delas, também da Deloitte, complementa que um terço das mulheres consultadas se queixam que suas carreiras não estão evoluindo como planejavam e que a sobrecarga do dia a dia, além do acúmulo de funções no trabalho, poderiam impactar nessa avaliação.

A Deloitte realizou essa pesquisa também em âmbito global, ouvindo mais de 4,5 mil mulheres em nove países.