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Ao lado de Bolsonaro, Guedes diz que aprovação de reformas compensaria furo do teto de gastos

·3 min de leitura

BRASILIA - Após a crise econômica da última semana gerada pelo anúncio de que o governo federal iria furar o teto de gastos para pagar o Auxílio Brasil, o presidente Jair Bolsonaro foi a um evento público em Brasília neste domingo acompanhado do ministro da Economia Paulo Guedes. Em uma entrevista coletiva, Guedes voltou a defender o pagamento do benefício de R$ 400 às famílias mais pobres e disse que a aprovação de reformas propostas pelo governo, como a administrativa e a do Imposto de Renda, compensariam o furo do teto.

Bolsonaro também negou a possibilidade de que Guedes deixasse o governo. Ao ser questionado sobre o assunto, afirmou:

- A gente vai sair juntos (do governo), fique tranquilo.

Na entrevista, Guedes pediu que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), dê andamento às reformas propostas pelo governo e chegou a criticá-lo pelo lançamento de sua pré-candidatura à Presidência da República.

- Se ele quiser se viabilizar como uma alternativa séria, ele precisa ajudar nosso governo a fazer as reformas - afirmou Guedes.

Para o ministro, a reforma administrativa seria uma compensação ao furo do teto de gastos e atenuaria as desconfianças que surgiram sobre as finanças do governo após o Auxílio Brasil.

- Ele (Bolsonaro) tá pedindo exatamente isso: como é que a gente resolve esse problema? Aí a economia tá dizendo pra ele: presidente, vamos avançando com as reformas, se fizermos a administrativa, nós economizamos R$ 300 bilhões. Então qualquer pessoa séria no Brasil vai entender. 'Olha, eles realmente empurraram um pouquinho mais aqui o teto, mas em compensação, gastaram 30 e economizaram 300. Então eles estão fazendo o dever de casa - afirmou Guedes.

O ministro disse que a fonte dos recursos seria, em um primeiro momento, proveniente da reforma do Imposto de Renda, mas reclamou que a proposta ainda não avançou no Senado. Em seguida, afirmou ser um defensor do teto de gastos, mas que era necessário "dar uma ajuda" aos brasileiros mais vulneráveis.

- Todos sabem que eu defendo o teto. O teto é uma bandeira nossa de austeridade. Nós somos um país que menos caiu, mais rápido voltou e está crescendo mais do que a média do mundo inteiro. Então nós fizemos um trabalho justamente com o apoio do presidente que botou o Brasil em pé. O Brasil tá caminhando e vai crescer cinco por cento esse ano, mais de cinco por cento esse ano. Então quando nós estamos caminhando alguns ficaram pra trás justamente como subiu o preço do combustível, subiu o preço da comida, e energia é cinquenta por cento do aumento dessa inflação toda no mundo - afirmou.

Bolsonaro também voltou a se queixar da Petrobras e do aumento no preço dos combustíveis, afirmando que um novo reajuste deve ocorrer nesta semana.

- Eu não tenho como interferir na Petrobras. Tenho falado com Guedes sobre o que vamos fazer com ela no futuro. A gente não vai interferir no preço de nada. Infelizmente pelos números do petróleo lá fora infelizmente nós teremos reajuste no combustível - afirmou.

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