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Anvisa viaja à China para conhecer fábricas das vacinas de Oxford e CoronaVac

Fidel Forato
·2 minuto de leitura

Em missão para inspecionar as fábricas das possíveis vacinas contra a COVID-19, agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) embarcam nesta sexta-feira (13) rumo à China. Entre os dias 30 de novembro e 11 de dezembro, a equipe de inspetores iá conhecer e avaliar os laboratórios responsáveis pela produção tanto dos insumos da vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a AstraZeneca, quanto da CoronaVac, feita pela farmacêutica Sinovac com parceria do Instituto Butantan.

A viagem tem como objetivo analisar se as empresas cumprem os requisitos necessários para o registro de vacinas contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) no Brasil, desde que as pesquisas em desenvolvimento indiquem a eficácia e segurança dos imunizantes. "A certificação das boas práticas de fabricação é requisito indispensável para eventual registro das vacinas contra COVID-19 que utilizam insumos produzidos nessas instalações", explicou a Anvisa, em nota.

Agentes da Anvisa viajam para a China em missão para conhecer laboratórios responsáveis pela produção de vacinas contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/Cottonbro/ Pexels)
Agentes da Anvisa viajam para a China em missão para conhecer laboratórios responsáveis pela produção de vacinas contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/Cottonbro/ Pexels)

Vacinas contra COVID-19 são importadas da China?

Pensando nas duas principais apostas brasileiras contra a COVID-19, tanto a CoronaVac quanto a vacina de Oxford devem ser importadas em um primeiro momento e terão insumos produzidos na China. Após a chegada dos primeiros milhões de doses do imunizante é que haverá transferência de tecnologia e produção nacional das vacinas, feitas pela Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Caso o coronograma seja retomado conforme o esperado, estão previstas 46 milhões de doses da vacina CoronaVac para o final deste ano. Nesta semana, a Anvisa chegou a paralisar os estudos clínicos de segurança e eficácia da vacina por um dia, mas a pesquisa foi retomada após comprovação de que o evento adverso não tinha nenhuma relação com a fórmula. Os agentes irão avaliar as instalações da Sinovac Life Sciences Co., em Pequim, entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro.

Seguindo a agenda dos funcionários da Anvisa, entre os dias 7 e 11 de dezembro, estarão na cidade de Wuxi, ainda na China. Lá, inspecionarão a Wuxi Biologics, que produz os insumos para a vacina de Oxford. Para este imunizante, o governo brasileiro já firmou acordo com a farmacêutica responsável, a AstraZeneca, para importação e aquisição de insumos que garantirão a fabricação da vacina no Brasil.

Fonte: Canaltech

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