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Anvisa proíbe uso de bandanas, lenços, escudos faciais e máscaras com filtro em aeroportos

·2 minuto de leitura
Santa adjusts his face shield, worn to protect against COVID-19, where he is to be photographed with children at a shopping mall in Johannesburg, South Africa, Tuesday, Dec. 22, 2020. Coronavirus restrictions allow for Children to meet with Santa, but they have to respect social distancing and sit separately. (AP Photo/Denis Farrell)
Uso de escudos faciais estão vetados nos aeroportos e aeronaves em todo o Brasil (Foto: AP Photo/Denis Farrell)

A Anvisa aprovou uma nova resolução que proíbe o uso de alguns tipos de máscaras nos aeroportos e aeronaves. Estão incluídas bandavas, lenços, escudos faciais, máscaras de acrílico ou plástico transparente e também máscaras com válvula de expiração dos tipos PFF2 e N95. As medidas passam a valer em 25 de março.

A medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa na última quinta-feira, 11. O objetivo é evitar que sejam usadas máscaras ineficazes, que permitem a entrada e a saída de gotículas, facilitando a contaminação pelo coronavírus.

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Alex Machado Campos, diretor da Anvisa, afirmou que a máscara é um ato de cidadania, que protege a vida de quem usa e também do próximo.

“Para mitigar a propagação do SARS-CoV-2 e, consequentemente, o surgimento de novas variantes, é preciso reforçar o distanciamento social, a higienização das mãos e o uso de máscaras faciais. Dentre essas ferramentas para a proteção da saúde, é importante destacar o uso eficaz das máscaras, especialmente pela população que transita por ambientes confinados e coletivos”, justificou.

A agência reguladora ainda alertou a respeito das máscaras N95 e PFF2 com válvulas. Essas são ineficazes, mas, os mesmos modelos sem válvulas são recomendados. Sobre as máscaras de tecido, elas seguem permitidas, mas devem ter mais de uma cama de proteção e devem estar ajustadas adequadamente ao rosto.

Só poderão ficar sem máscaras pessoas que estiverem se hidratando ou para alimentar crianças com menos de 12 anos, idosos ou outros viajantes que sejam portadores de doenças que necessitem de dieta especial.

Pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou outras deficiências que impeçam o uso da máscara também estão liberadas, assim como crianças com menos de três anos.