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Anvisa investiga adulteração de frasco da CoronaVac e alerta estados

·2 minuto de leitura
Anvisa investiga adulteração de frasco da CoronaVac e alerta estados
Anvisa investiga adulteração de frasco da CoronaVac e alerta estados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou às secretarias estaduais um alerta sobre a possibilidade de adulteração de frascos da vacina Coronavac, uma das vacinas contra a Covid-19.

Desde maio, a Anvisa está investigando um possível caso de falsificação que ocorreu no Maranhão. Segundo a apuração, um frasco vazio de vacina foi reaproveitado para introdução de um líquido de origem desconhecida. além disso, um lacre adulterado também foi utilizado.

Como medida de segurança, a agência recomendou que profissionais de saúde designados para aplicação de vacinas verifiquem com cautela se os frascos recebidos pelo Instituto Butantan estão intactos.

Inclusive, os frascos vazios devem ser inutilizados. Possíveis irregularidades encontradas deverão ser comunicadas por meio do Sistema de Notificações para a Vigilância Sanitária (Notivisa).

Fonte: Agência Brasil

Coronavac é segura e produz resposta imune em crianças, diz estudo

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan – Coronavac – é segura e produz resposta imune em pessoas de 3 a 17 anos. Os dados do estudo de fases 1 e 2, foram anunciados no início do mês pelo próprio laboratório chinês e publicados oficialmente na edição desta segunda-feira (28).

O governo chinês afirmou que iria começar a aplicação da vacina em crianças a partir de 3 anos. Portanto, a China pode se tornar o primeiro país a ter essa população vacinada. A Coronavac foi aprovada para uso emergencial no Brasil em 17 de janeiro.

No estudo randomizado, controlado e duplo-cego, foram avaliadas 550 crianças (71 na fase 1 e 479 na fase 2) de 3 a 17 anos para medir a segurança, a tolerabilidade e a imunogenicidade (capacidade de gerar resposta imune) de duas doses da Coronavac em um intervalo de 28 dias entre elas.

Para saber mais, acesse a reportagem no Olhar Digital.

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