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Anvisa e Butantan se reúnem e dados da Coronavac devem ser apresentados amanhã

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SAO PAULO, BRAZIL - DECEMBER 30: Governor of Sao Paulo Joao Doria holds a box of one of the 1.5 million doses of the CoronaVac vaccine developed by the Chinese laboratory Sinovac in partnership with the Butantan Institute that arrived from China this morning in the capital Sao Paulo on December 30, 2020 in Sao Paulo, Brazil. This is the sixth and last shipment from China in the year, and with this batch the Butantan Institute has already received 10.6 million doses of the Sinovac vaccine. The CoronaVac vaccine is in the third phase of testing and its effectiveness needs to be proven to receive a release from the National Health Surveillance Agency (Anvisa) to be applied in Brazil.  (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)
CoronaVac é desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a SinoVac (Foto: Alexandre Schneider/Getty Images)

Nesta quarta-feira, 6, representantes do Instituto Butantan e da Agência Nacional e Vigilância Sanitária, a Anvisa, se reuniram para falar dos resultados da CoronaVac. A vacina contra o coronavírus está sendo desenvolvida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês SinoVac.

A expectativa é que na próxima quinta-feira, 7, o governo do estado de São Paulo faça uma coletiva de imprensa para divulgar os dados referentes à vacina.

Antes, esperava-se que a divulgação fosse feita em 23 dezembro, mas, por questões contratuais, as informações sobre os testes feitos no Brasil não puderam ser reveladas. O secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, revelou que a eficácia não chegou a 90%. A taxa mínima recomendada pela Anvisa é de 50%.

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De acordo com informações do governo, entre os 13 mil voluntários, pelo menos 170 foram contaminados pelo coronavírus, mesmo depois de vacinados com a CoronaVac.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), prometeu que a vacinação contra o coronavírus começará em 25 de janeiro, no entanto, o imunizante do Butantan ainda não tem autorização para ser usado no Brasil. Nesta quarta-feira, Doria se reúne com prefeito paulistas para falar do plano de vacinação.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, incluiu a compra da CoronaVac no Plano Nacional de Imunização. Antes, o governo federal já havia tentado adquirir a vacina, mas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou a compra.