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Anticorpo produzido por mutação mostra eficácia contra variantes do SARS-CoV-2

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

As variantes do coronavírus preocuparam a população mundial e os especialistas da ciência e da medicina nos últimos meses. No entanto, um estudo realizado por pesquisadores da África do Sul e publicado na revista científica Nature conseguiu neutralizar plasmas de outras linhagens do SARS-CoV-2 por meio de plasmas sanguíneos coletados de pacientes infectados com a variante sul-africana.

A pesquisa, liderada pelo Instituto de Pesquisa em Saúde da África (AHRI), aplicou anticorpos da primeira onda em amostras de plasmas da segunda, mostrando assim que os anticorpos do vírus original neutralizaram 15 vezes menos a variante africana, em comparação com a eficácia dos plasmas da segunda onda na mutação da África do Sul.

No entanto, a neutralização cruzada do anticorpo da segunda onda no plasma da primeira teve uma queda de duas vezes em relação à eficácia do plasma da primeira onda da pandemia na versão original do SARS-CoV-2. A pesquisa também envolveu a mutação E484K, encontrada nos vírus amazônico e africano. Nesse último caso, ela neutralizou os vírus predominantes da primeira e da segunda onda.

Anticorpo produzido por mutação mostra eficácia contra variantes sul-africanas do SARS-CoV-2 (Imagem: photocreo/Envato)
Anticorpo produzido por mutação mostra eficácia contra variantes sul-africanas do SARS-CoV-2 (Imagem: photocreo/Envato)

"Os resultados têm implicações importantes para o projeto de vacinas futuras", anunciou o próprio Instituto de Pesquisa. "Isso significa que a imunidade que a variante produz é compatível com as versões anteriores ou neutraliza efetivamente as variantes mais antigas de COVID-19 e é a primeira evidência de que uma vacina projetada especificamente poderia proteger contra outras variantes", ressaltou o instituto.

“O estudo sugere coletivamente que existe a possibilidade de obtermos um imunizante amplamente eficaz contra todos os vírus causadores da COVID-19 circulantes. Ele só precisaria ser projetado para as variantes atuais; possivelmente a da África do Sul", acrescentou o médico Alex Sigal, do Instituto de Pesquisa em Saúde da África (AHRI). O instituto revela que o próximo passo é apresentar o ensaio aos profissionais de saúde inscritos em um ensaio da vacina desenvolvida pela Johnson, que está acontecendo em KwaZulu-Natal, na África do Sul.

Fonte: Canaltech

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