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Ibovespa tem pior semana desde março e dólar força ação do BC após bater R$ 5,80

Marcelle Gutierrez e Lucas Hirata
·3 minuto de leitura
A statement by President Jair Bolsonaro asking for lower interest rates at Banco do Brasil (BB) put a brake on the bullish move of the Bovespa Index yesterday. The stock market closed the trading session with a fall of 0.05% at 96,187.75 points. During his participation in the opening of Agrishow, Bolsonaro defended the reduction of Banco do Brasil's interest in the promotion of rural credit. The president addressed the president of BB, Rubem Novaes, and, in a tone of good humor, said: "I appeal, Rubem, to your heart and patriotism, that these interests fall a little more." Bolsonaro said during the event that the government will release R $ 1 billion into the rural insurance program, but did not give details about the credit. The statement on interest had immediate effect on Banco do Brasil's shares, which abandoned the bullish signal with which they had been operating and contaminated the other shares of the financial sector. (Photo by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)
(Foto: Getty Images)

Incertezas persistem nos mercados, como efeitos da segunda onda do coronavírus, eleição americana e risco fiscal no Brasil O Ibovespa acentua a queda na tarde desta sexta-feira e ameaça perder a marca de 94 mil pontos. Às vésperas das eleições presidenciais nos Estados Unidos, em um momento delicado de avanços de casos de covid-19 na Europa e novas medidas de distanciamento social, os mercados globais voltam a sofrer com aversão ao risco.

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Hoje, o movimento é acentuado pela forte queda das ações no setor de tecnologia em Wall Street, o que se traduz por aqui em perdas no segmento de comércio eletrônico.

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Por volta das 16h15, o Ibovespa operava em baixa de 2,85%, aos 93.833 pontos, depois de tocar 93.574 pontos na mínima do dia. Com isso, acumula queda de 7,08% na semana e reverte os ganhos obtidos em outubro. Agora, o saldo no mês é negativo em 0,55%, enquanto o índice acumula queda de 18,6% no ano.
Com isso, a bolsa caminha para sua maior baixa semanal desde a perda de 18,9% em meados de março.
Já o dólar recua após romper o nível psicológico dos R$ 5,80 e forçar nova intervenção do Banco Central. Às 16h10, a moeda era cotada a R$ 5,7557, queda de 0,18%

Além das preocupações com o avanço da pandemia na Europa e a ansiedade em torno das eleições nos Estados Unidos, o que agrava a onda de vendas hoje é um estresse no setor de tecnologia em Wall Street. Por mais que os balanços das gigantes da área não tenham sido fracos ou mesmo decepcionado, os números não foram suficientes para sustentar a empolgação nas bolsas americanas. Com isso, os papéis caem fortemente hoje. O Nasdaq, por exemplo, recua 2,87%.

Por aqui, as ações de varejistas de comércio eletrôncio são as mais afetadas pelos ventos contrários do exterior. Via Varejo cede 6,19%, Magazine Luiza perde 2,80% e Lojas Americanas recua 6,20%. O destaque negativo, porém, fica com B2W, dado que a empresa, na avaliação de analistas, tem um desempenho aquém dos pares. Sua ação cai hoje 8,40%.

Alguns profissionais afirmam que a queda quase generalizada na bolsa nos últimos dias tem criado oportunidades de compras. No entanto, dadas as incertezas no radar, qualquer movimento teria de ser feito com parcimônia e cautela. E essa queda de braço entre preços baixos e riscos globais acaba se traduzindo em volatilidade no mercado.

“Hoje é um mix de feriado, com dimunição de liquidez e ajuste, e coronavirus muito forte na Europa e outros países. Há receio de que outros países possam vir com medidas mais restritivas e o aumento do número de casos [no fim de semana e feriado] pode trazer volatilidade. Além disso, há a eleição americana, que naturalmente já traz mais aversão ao risco”, afirma Aline Tavares, especialista em ações da casa de análise Spiti.

Segundo ela, a bolsa brasileira segue uma instabilidade diária pela falta de perspectivas, o que não mudará enquanto não houver sinalizações de andamento da agenda de reformas e compromisso fiscal no Brasil, além da aprovação do pacote de estímulos nos EUA e sobre as consequências das medidas de isolamento social (lockdown) na Europa. “Não é possível identificar os fatores de risco reais que estamos vivendo”, acrescenta.

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