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Antes de encontrar Queiroz, MP acordou outro casal em antigo endereço

·2 minuto de leitura

A procura do MP-RJ (Ministério Público do Rio) por Fabrício Queiroz, até ser preso por suspeita de operar esquema de “rachadinha” (desvio do salário de servidores) no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa), chegou a um apartamento ligado ao ex-PM em Taquara, zona oeste da cidade, porém encontrou outro casal no imóvel.

Segundo reportagem do portal UOL, cinco homens armados entraram na residência da qual o ex-assessor do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) era locatário, mas onde não morava havia pelo menos dez meses, e assustaram os novos moradores, surpreendidos com o mandado de busca e apreensão por volta das 6h. A operação aconteceu no início do ano.

"Os agentes entraram no prédio armados, com pistola e colete do MP. Até entraram na casa do casal que mora lá hoje. O rapaz ficou nervoso. As pessoas não estão acostumadas com esse tipo de coisa. Ficaram lá por uns 15 minutos. Depois, pediram desculpas", disse Rubens Esteves, subsíndico do conjunto de prédios.

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Na época, Queiroz e a mulher, Márcia Oliveira de Aguiar, já tinham se mudado para o imóvel onde desde 10 de julho cumprem prisão domiciliar.

O ministro João Otávio de Noronha, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), concedeu prisão domiciliar a Queiroz porque ele pertence ao grupo de risco (realizou tratamento contra câncer) e teria mais chances de contrair o novo coronavírus na cadeia.

A mulher do ex-PM, que estava foragida, também obteve o benefício para cuidar do marido.

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