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Antaq vai ouvir portos para procurar soluções para a crise de contêineres

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***ARQUIVO***SANTOS, SP, 16.04.2019 - Porto de Santos.  (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
***ARQUIVO***SANTOS, SP, 16.04.2019 - Porto de Santos. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) vai fazer uma rodada de conversas com os terminais portuários para procurar formas de mitigar os efeitos da crise de contêineres pela qual o mundo passa desde o início da pandemia.

Há uma escassez motivada pela paralisação nas fábricas em todo mundo e por questões logísticas. O impacto é sentido no Brasil, embora o país seja responsável por apenas 1% da circulação de contêineres no mercado internacional.

Ao todo, 12 terminais portuários já apresentaram informações sobre as implicações operacionais que estão sendo enfrentadas.

Até o momento, os relatos indicam que um dos principais fatores para o problema no Brasil são as omissões de navios, ou seja, quando as embarcações "pulam" a parada em um porto para cumprir prazos de entregas. Como as embarcações deixam seus contêineres cheios e levam os vazios para outras localidades, ao não parar em um porto, atrapalham todo o planejamento de distribuição.

Os constantes atrasos nos embarques e desembarques de cargas que acessam a costa brasileira também têm sido apontados como um problema.

Estão programadas, ainda, reuniões com armadores de cabotagem e longo curso, os profissionais responsáveis por planejar a logística de cargas nacionais e internacionais, para que a agência tenha maior clareza sobre as questões de navegação que têm impactado o setor.

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