Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    61.503,70
    +4.104,57 (+7,15%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,25
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Anonymous expõe dados hospedados em plataforma que apoia extremistas nos EUA

·2 minuto de leitura

O grupo hacktivista Anonymous publicou nesta sexta-feira (17) um pacote com dados pertencentes à Epik, empresa de hospedagem digital que é reconhecida por apoiar sites e serviços conspiracionistas e extremistas, principalmente em temas relacionados à política dos EUA. O volume contém informações sensíveis de clientes da companhia, bem como comunicações internas incluindo mensagens do CEO da companhia, Rob Monster.

No total, são 180 GB de informações do que o Anonymous afirma ser todos os usuários dos serviços da Epik. Do volume, fazem parte nomes de usuários, senhas e endereços de e-mail, assim como registros de contatos com o suporte técnica e também de operações nos servidores, no que o grupo afirma ser uma quebra importante no suposto anonimato prometido pela companhia a seus clientes, permitindo rastrear quem está por trás do que os hacktivistas chamaram de “o lado fascista da internet”.

O serviço de hospedagem fundado em 2009 ganhou as páginas do noticiário nos últimos anos por permitir o funcionamento de plataformas consideradas extremistas, sendo banidas de outras plataformas do tipo. É o caso, por exemplo, da rede social Parler, que ganhou notoriedade entre os apoiadores do ex-presidente americano Donald Trump, além de outros sites de apoio ao político. Fóruns anônimos como o 8Chan, plataformas de vídeo como a BitChute e o veículo conspiracionista InfoWars também estão na lista de clientes atuais ou passados.

De acordo com a publicação do Anonymous, o volume de dados corresponde a uma década de operações da companhia, mas não inclui informações bancárias ou de pagamento. Por outro lado, estariam presentes credenciais de acesso aos sistemas internos da Epik, com o grupo afirmando que boa parte dos logins e senhas estavam salvas nos servidores em texto simples, em uma grave vulnerabilidade de segurança. Repositórios de aplicações em desenvolvimento, chaves de criptografia e perfis de VPN também fazem parte do conjunto, que chegou a ser reproduzido por outros hacktivistas.

O vazamento faz parte do que o grupo chama de Operação Jane, iniciada após a assinatura de uma lei antiaborto no estado americano do Texas como forma de pressionar legisladores a apoiadores. Outras ações incluem invasões ao site do Partido Republicano texano e campanhas de doações a organizações que promovem serviços de saúde reprodutiva.

Em comunicado enviado ao site Ars Technica, a Epik afirmou desconhecer qualquer invasão a seus sistemas e disse que leva a segurança e a privacidade de seus clientes a sério, investigando a suposta alegação de intrusão. Horas depois, como forma de provar o acesso aos sistemas, o próprio Anonymous desfigurou uma página da plataforma de suporte da empresa de hospedagem, fazendo piada sobre a negativa e indicando a existência de novos comprometimentos à plataforma da companhia.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos