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Anel de ouro que prevenia ressacas é encontrado em escavação

·2 min de leitura
Yavne, Israel
Vista aérea geral do local da escavação, onde uma enorme instalação de produção de vinho foi descoberta, a maior conhecida do período bizantino

(MENAHEM KAHANA/AFP via Getty Images)

  • Anel de ouro é encontrado em Yavne, Israel 

  • Joia tem uma ametista no meio, pedra que, segundo as crenças, prevenia ressacas 

  • Arqueólogos estimam que o anel tenha pelo menos 1.300 anos

Arqueólogos descobriram, em uma enorme escavação na região de Yavne, cidade de Israel, um anel de ouro de pelo menos 1.300 anos. A joia tem cerca de 5,11 gramas e possui uma pedra semipreciosa roxa, que poderia ser usada, na época, com o intuito de prevenir ressacas.

"As ametistas são mencionadas na Bíblia como uma das 12 pedras preciosas usadas pelo sumo-sacerdote [...]. Muitas virtudes foram associadas a essa joia, incluindo a prevenção do efeito colateral de beber, a ressaca", explicou Amir Golani, da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA), responsável pela escavação.

Os pesquisadores acreditam que o anel seja do final do período bizantino, que durou do século 3 ao século 7 na região de Israel. Por conta da beleza e prestígio que conferia, já que era usado por homens e mulheres com elevado status social, acredita-se que tenha sido passado de geração em geração ao longo dos séculos.

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"Anéis de ouro incrustado com pedra de ametista são conhecidos do mundo romano e é possível que o achado pertença às elites que viveram na cidade já no século 3 d.C", completa o comunicado da IAA feito pelo Ministério de Relações Exteriores de Israel.

Na escavação, os estudiosos também encontraram um local de produção de vinhos, o maior do período já encontrado até o momento. O anel foi achado cerca de 150 metros da antiga vinícola.

Apesar das suspeitas, os pesquisadores não sabem se a pessoa que o usava desejava evitar ressacas ou intoxicações por beber muito vinho e indicaram que essa é uma questão que “provavelmente nunca saberemos”.

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