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Android 13 está em uso somente em pouco mais de 5% dos celulares

O Android 13 foi lançado há quase seis meses, mas sua adoção segue em ritmo lento. Segundo dados do Android Studio, apenas 5,2% dos celulares estariam rodando a versão mais recente do sistema operacional, número considerado baixo em termos percentuais se comparado com as distribuições mais antigas.

Por outro lado, ao analisar a progressão de uso em relação aos lançamentos anteriores, o processo parece ser um pouco mais rápido. No ano passado, por exemplo, o Android 12 nem chegou a ter dados incluídos na pesquisa, possivelmente devido à baixa distribuição.

O Google exibe os dados do Android modo diferente: das versões antigas (distribuição cumulativas) para as mais recentes (Imagem: Reprodução/Android Studio)
O Google exibe os dados do Android modo diferente: das versões antigas (distribuição cumulativas) para as mais recentes (Imagem: Reprodução/Android Studio)

Desde a liberação para desenvolvedores, fabricantes como Samsung — a One UI 5 chegou para o público em outubro de 2022 —, OnePlus e Xiaomi correram para lançar suas próprias versões modificadas. Mesmo assim, a entrega ainda está condicionada a dispositivos topo de linha ou intermediários capazes de executar o sistema.

O antecessor Android 12 (e Android 12L) corresponde a 18,9% dos dispositivos, um salto em relação aos 13,5% exibido anteriormente. O campeão de celulares executando é o Android 11, com o seu antecessor, Android 10, quase 4% atrás. Confira o ranking completo:

  1. Android 11: 24,4%

  2. Android 10: 19,5%

  3. Android 12 e 12L: 18,9%

  4. Pie (Android 9): 13,2%

  5. Oreo (Android 8): 9,5%

  6. Android 13: 5,2%

  7. Nougat (Android 7): 3,7%

  8. Marshmallow (Android 6): 2,8%

  9. Lollipop (Android 5): 2,1%

  10. Kit Kat (Android 4.4): 0,7%

Pesquisa sobre dados do Android

O Android Studio é liberado a cada seis meses para mostrar a taxa de adoção do Android. O Google oferecia gratuitamente essa informação na internet com gráficos e percentuais em tempo real para ajudar o mercado a compreender como os celulares atuais estão equipados.

O problema é que esses dados acabaram sendo prejudiciais para a empresa, porque servem de base para análises da taxa de adoção e comparativos com a rival Apple. No iPhone, a taxa de migração de uma versão antiga do iOS para as mais novas é muito maior, porque a distribuição direta é feita por um único fabricante.

Não é muito clara a metodologia usada para coleta de dados, portanto é difícil compreender se o número contempla apenas aparelhos ativos (aqueles que acessam a Google Play Store) ou todos os dispositivos.

Fonte: Canaltech

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